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PETAK, 30. SIJEČNJA 2009.
oitava teoria de astronomia estruturante graceliana
TEORIA ASTRONÔMICA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.
Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Tel. 27- 32167566
Rua Itabira, nº 5, Conjunto Itapemirim,
Rosa da Penha, Cariacica, E.S. cep.29143 -269.
Brasileiro, professor, graduação em filosofia e pesquisador teórico.
Livros publicados- ASTRONOMIA, e MUNDO DAS INTERAÇÕES FÍSICAS.
Colaborador - Marcio Piter Rangel.
Trabalho apresentado a SECT- Espírito Santo- Brasil.
E a Sociedade Brasileira de Física.
Introdução publicada na WEB pelo Portal Fator Brasil - Canal Perfil. No dia 30.01.2008.
Se outras teorias com fundamentos e formulas tiveram aceitação, por que estas não terão? Pois, possui todos os fundamentos e todas as formas de cálculos, e que se confirmam com a realidade e a observação até hoje alcançada. Com mais de cento e dez fórmulas, com as mais variadas formas de se calcular um mesmo fenômeno, com mais de duzentos fundamentos em todas as áreas da física moderna. Inclusive, com novas previsões dentro da cosmologia e astronomia.
Apresentado a Revista de Ensino da SBFISICA. Soced. Bras. de Física.
Brazilian Juornal of Physics – SBFISICA
Ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Tel. 27- 32167566
Rua Itabira, nº 5, Conjunto Itapemirim,
Rosa da Penha, Cariacica, E.S. cep.29143 -269.
Brasileiro, professor, graduação em filosofia e pesquisador teórico.
Livros publicados- ASTRONOMIA, e MUNDO DAS INTERAÇÕES FÍSICAS.
Colaborador - Marcio Piter Rangel.
Trabalho apresentado a SECT- Espírito Santo- Brasil.
E a Sociedade Brasileira de Física.
Introdução publicada na WEB pelo Portal Fator Brasil - Canal Perfil. No dia 30.01.2008.
Se outras teorias com fundamentos e formulas tiveram aceitação, por que estas não terão? Pois, possui todos os fundamentos e todas as formas de cálculos, e que se confirmam com a realidade e a observação até hoje alcançada. Com mais de cento e dez fórmulas, com as mais variadas formas de se calcular um mesmo fenômeno, com mais de duzentos fundamentos em todas as áreas da física moderna. Inclusive, com novas previsões dentro da cosmologia e astronomia.
Apresentado a Revista de Ensino da SBFISICA. Soced. Bras. de Física.
Brazilian Juornal of Physics – SBFISICA
Registrado na Biblioteca Nacional.
A ORIGEM DOS ASTROS PELO ESPAÇO DENSO, ENERGIA E RADIAÇÃO.
CONSIDERAÇÕES.
Nenhuma outra teoria apresentada anteriormente teve a abrangência de calcular e incluir novos fenômenos em uma teoria como a da energeticidade e radiação, e a possibilidade de prever o passado e o futuro do sistema solar, da matéria e do cosmo.
Para provar esta teoria uso a temperatura, a radiação, o diâmetro, e a densidade dos astros, com varias formulas e constantes diferentes, onde é determinada a energia do astro, e os resultados são sempre os mesmos.
Interações físicas, temperatura, radiação, diâmetro e densidade representam à energia em processamento do astro.
SÃO CINCO TEORIAS QUE SE COMPLETAM – UNIVERSO FLUXONÁRIO, ENERGETICIDADE, ALTERNANCIDADE, FISICIDADE E A GERAL.
ASSIM TEMOS TRÊS PONTOS PRINCIPAIS.
1 - a origem de tudo pelo espaço denso.
2 - A origem da dinâmica pela energia, interação física, e sua radiação,
3- e a energia produzindo rotação radiação e deslocamento no espaço denso, onde os astros são produzidos e desenvolverão a sua dinâmica e afastamento conforme a origem, energia interna, radiação e rotação.
TEORIA DA ORIGEM E A NATUREZA DOS ASTROS POR FUSÃO NUCLEAR, RADIAÇÃO E ENERGIA.
Na verdade se vê que o sistema solar, e todo universo e sua dinâmica se encontram numa construção constante, onde planetas se originam do Sol para dar origem a satélites. E cometas correm como crianças riscando o céu do espaço com a sua luz em pontos diferentes e velocidades diversas, e todos os planetas, satélites, e meteoros também produzem órbitas diferentes.
FLUXO E AUMENTO DE ÓRBITAS.
ÓRBITAS FLUXONÁRIAS.
As órbitas são fluxonária e expansionistas que é observada com mais facilidade nos cometas de períodos longos e periélios pequenos.
Nos períodos longos dos cometas é possível observar que as órbitas dos astros não são constantes, e que possui uma pequena variação de acréscimo e decréscimo, e um mínimo aumento com o passar dos tempos. O que confirma a posição atual dos astros e asteróides.
O fluxo mínimo também está presente na excentricidade, inclinações e dinâmicas.
FLUXO DE ÓRBITA EM RELAÇÃO AO TEMPO.
A cada sete órbitas da Terra há um acréscimo de três segundo, ou seja, o planeta atrasa três segundo na sua velocidade de translação. Depois ele passa a diminuir estes três segundos por sete órbitas, ou seja, aumenta a sua velocidade durante este período de órbitas.
CÁLCULO PARA FLUXO ORBITAL.
Fluxo de acréscimo de tempo em cada período = número de períodos até sete
Fluxo de decréscimo de tempo em cada período= número de período até sete.
Acréscimo de período =cada período em ano somado com três segundos.
Decréscimo de período = cada período em ano subtraído em três segundo.
FORMULA.
Período multiplicado por três segundos acrescidos ou diminuídos.
Ou seja, o fluxo é de três segundos para cada período em ano.
Assim, se a Terra possui um período de um ano ele em cada ano tem um fluxo de 3 segundos, que se mantém até sete anos como acréscimo, e depois se torna decréscimo.
CÁLCULO PARA O COMETA HALLEY.
76 anos * 3 segundos = 228 segundos acrescidos em cada período durante sete períodos, e decrescidos durante sete períodos.
No cometa Halley se confirma com clareza este fluxo de órbita, que chega a ser de até de quatro minutos em cada período de fluxo de sete períodos, ou seja, num fluxo de sete períodos a velocidade aumenta diminuindo o período em até quatro minutos, depois do fluxo de sete períodos a velocidade diminui aumentando o período.
O fluxo de órbita é fácil de ser confirmado com os cometas.
A dinâmica é própria variando com o impulso da radiação, energia e o acréscimo no afastamento entre os astros, assim surgem e acabam os átomos, as atmosferas e os astros.
FLUXO DE ROTAÇÃO, FLUXO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO, FLUXO DE EXCENTRICIDADE E DE INCLINAÇÃO.
Assim como o afastamento possui um fluxo mínimo, a rotação e a translação desenvolvem um fluxo mínimo em segundos. E a excentricidade e as inclinações também desenvolvem um fluxo mínimo em graus.
PRINCÍPIO DA EQUIVALÊNCIA.
Quando um astro possui inclinação grande, provavelmente a sua excentricidade também será grande, e vice- versa.
E astros grandes e próximos de seus primários terão grandes dinâmicas e potencial de afastamento, e poucas inclinações e excentricidade. e astros pequenos e distantes de seus primários terão pouca e decrescentes dinâmicas e grandes inclinações rotacional e translacional, grandes excentricidades.
A TEORIA SE FUNDAMENTA EM VÁRIAS EXPLICAÇÕES.
A cosmológica - que se fundamenta através da origem do universo e dos planetas de um processo de radiação e de interação física.
Uma explicação astrofísica - A radiação que é produzida de interação física na produção de energia produz e dão origem aos cometas, satélites e planetas.
Uma explicação química - Os elementos químicos pesados levaram mais tempo para se processar, por isso estão em maior abundancia no núcleo do astro.
Uma explicação astronômica - A disposição e o movimento dos planetas em volta do Sol, e dos satélites em volta dos planetas.
Uma explicação de unificação - Todos os campos são um só, pois não existe infinidade de campo. E todos estão relacionados com interações físicas na produção de energia.
Sê os planetas e os satélites forem fundidos de uma só vez, os satélites circulariam em torno do Sol e não em torno dos planetas, logo se vê que a radiação do Sol que produziu os planetas, e que a radiação dos planetas deu origem aos satélites.
Quanto mais distante o planeta maior o seu numero de satélites e menor é o seu tamanho a partir dos planetas exteriores.
E a progressão de origem tanto no afastamento, distancia translação e numero de planetas.
Sê a origem fosse num só momento, a translação não diminuiria progressivamente, seria a mesma tanto para Mercúrio quanto para Plutão, pois eles teriam o mesmo momento de origem.
O QUE PROVA A ORIGEM PELA RADIAÇÃO É:
A progressão das distancia.
A progressão da translação.
A progressão do numero de satélites que varia com a distancia e o diâmetro. Que é representado aí a idade e a energia do satélite.
A progressão da circularidade.
Por sua vez a teoria da energeticidade e radiação prova não só a origem do astro, mas sim a sua rotação, translação, afastamento, e outros fenômenos.
O afastamento é provado além da progressão também através da distancia entre Marte e Júpiter. Júpiter tem 3.5 vezes a distancia de Marte é uma relação densidade e diâmetro de oito vezes de Júpiter para Marte, com isto vemos que o primeiro planeta a ser fundido foi Júpiter que levou mais tempo na sua formação e enquanto era fundido se distanciava de Marte que ainda era apenas poeiras de radiação.
RELAÇAO DENSIDADE DIÃMETRO PARA A DISTANCIA ENTRE OS PLANETAS.
5.7 de Densidade. Diâmetro. Para um da Terra.
5.2 de distancia para um da Terra.
5.7 para 0.9 de Vênus.
5.5 para 0.7 de distancia Para Vênus.
5.7 para 0.67 de Júpiter
5.9 para 0.4 de distancia para Mercúrio.
Júpiter por ser o maior teve mais energia e mais tempo para se distanciar de Marte, por isto um espaço que é o dobro na progressão do afastamento. E na formula será multiplicado por mais dois.
Progressão de afastamento pelo índice 1.6.
58 * 1.6 =92 Mercúrio a Vênus
92 * 1.6 = 148 Vênus a Terra
148 * 1.6 = 238 Terra a Marte.
238 * 1.6 = 390 *2 = 780 de Marte a Júpiter.
780 * 1.6 = 1248 Júpiter a Saturno.
1248 * 1.6 = 1996 Saturno a Urano
1996 * 1.6 = 3194 Urano a Netuno
3194 * 1.6 = 5511 Netuno a Plutão.
Observação. Outras teorias não fizeram esta progressão de afastamento entre os astros.
É bom saber que mesmo sendo o afastamento progressivo de fundamental importância para o sistema solar, os planetas se afastam do Sol menos de um metro ao ano. Enquanto a translação desenvolve um percurso de mais de 750.000.000 km / ano. Este cálculo foi desenvolvido na cosmogenese de universo fluxonário estruturante.
os números dos planetas exteriores após júpiter praticamente batem, ou seja, pela progressão do afastamento somado com a densidade +diâmetro / 2 fecham na equação com valor de progressão nove.
O índice de progressão determina que o planeta que saiu na frente já possui uma diferença, e enquanto outro está sendo formado ele se distancia conforme o número de planetas formados e com a densidade e diâmetro levado na construção do mesmo. Plutão possui a distancia progressiva maior, porém Júpiter e Saturno possuem a maior progressão de afastamento, pois possuem os maiores diâmetros. Pois com mais energia se distanciarão mais uns dos outros.
Velocidade de translação dividida pelo índice 1.33, onde é encontrado o subseqüente planeta. km por segundo / índice 1.33 = km/s.
48 / 1.33 = 36 de Mercúrio a Vênus
36/ 1.33 = 28 de Vênus a Terra
28 / 1.33 = 21 da Terra a Marte
21/ 1.33 =15 de Marte a Júpiter
15/ 1.33 = 11 de Júpiter a Saturno
11/ 1.33 = 8.5 de Saturno a Urano
8.5 / 1.33 = 6.5 de Urano a Netuno
6.5 / 1.33 = 4.9X (prog ( 2) de Netuno a Plutão prog. =progressão.
Aqui se prova que a progressão também está presente na velocidade de translação.
O índice 1.33 pode representar a radiação solar, se for dividido 3.9 por três será igual a 1.3.
NÚMERO DE SATÉLITES.
Os satélites variam conforme o seu distanciamento progressivo dos planetas e a sua densidade e diâmetro / 2, dividido pelo índice 2,3.
Se houver alguma dúvida na densidade, substitui a densidade por um, ficando diâmetro +1 /2.
Diâmetro + densidade /2 * progressão de 1 a 9 / 2,3 = número de satélites.
Número de satélites para cada planeta.
0.67 x 1 / 2, 3 = 0 Mercúrio
0.97 x 2 / 2,3 = 0 Vênus
1 x 3 / 2,3 = 1 Terra
0.69 x 4 / 2,3 = 1.1 Marte
5.7 x 5 / 2,3 = 14 Júpiter
4.6 x 6 / 2,3 = 13 Saturno
2 x 7 / 2 ,3= 7 Urano
1.9 x 8 / 2,3 = 6 Netuno.
0.6 x 9 / 2,3 = 3 Plutão
N° de Satélites.
A progressão das distancia entre os satélites de Júpiter prova que eles tiveram uma origem progressiva, e se encontram em afastamento, se distanciando uns dos outros, e a sua órbita deve-se a sua origem e a sua energia, pelas sobras de energia liberada no espaço por Júpiter. E todos os seus fenômenos orbitais estão ligados a sua energia interna e recebida inicialmente da radiação de Júpiter, e varia progressivamente com o afastamento.
PROGRESSÃO DE DISTANCIA ENTRE OS MAIORES SATÉLITES DE JÚPITER.
Maiores 420.000 * 1.5 = 671.000 de Io a Europa.
Maiores 671.000 * 1.5 = 1.070.000 de Europa a Ganimedes
Maiores 1.070.00 * 1.5 = 1.884.000 de Ganimedes a Calisto
Maiores 1.884.000 Calisto
Os outros satélites.
11.470.000
11.700.000
11.900.000
21.200.000
22.500.000
22.500.000
23.400.000
23.600.000
Vê-se que o índice diminui em relação aos planetas, enquanto nos planetas é 1.6, nos satélites passa para menos de 1.5, por terem menos energia para a propagação do seu afastamento. Conseqüentemente com menos energia, os mais distantes já diminuem na mesma proporção toda a dinâmica, rotação, translação e afastamento. Enquanto vão perdendo o direcionamento da órbita e inclinação de rotação no espaço, tornando a órbita progressivamente irregular com a diminuição de energia.
Observação, em se tratando de cometas e asteróides o índice de progressão para afastamento diminui, e em relação às estrelas o índice aumenta.
PROGRESSÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO KM/S DOS SATÉLITES DE JÚPITER.
17.4 / 1.33 = 13.9 de Io a Europa
13.9 / 1.33= 10 de Europa a Ganimedes
10/ 1.33= 8 de Ganimedes a Calisto.
Ao se afastar o índice diminui.
Com isto o que faz um astro girar em torno de outro no centro e expandir é a sua energia interna e origem e não alguma força.
O afastamento e a origem provam-se pelo diâmetro dos satélites, e os quatro mais próximos de Júpiter são os maiores, provando que os mais distantes são menores por já terem entrado em desintegração, e há uma diferença de progressão dos quatro para os outros, provando que os quatro levaram mais tempo na sua formação. O mesmo acontece com os planetas, quando um planeta possui uma grande diferença de diâmetro há um salto enorme na progressão das distancia, da translação, rotação e excentricidade.
Aqui não foi considerado o satélite mais próximo de Júpiter que é o Amaltéia.
Como no caso de Júpiter e Saturno, isto acontece com os satélites dos outros planetas, e também nos cometas. Assim, planetas, satélites e cometas se originam do material de radiação, e o astro passa a ter um mínimo afastamento, translação, rotação, excentricidade; circularidade, inclinação e desintegração.
As outras teorias não dão conta da origem, rotação, desintegração, número de satélite e os saltos das progressões tanto nos planetas quanto nos satélites.
A ORIGEM
Com o cálculo da desintegração de planetas exteriores, afastamento, número de satélites, progressões, confirmamos a origem dos planetas por progressão e radiação como também a origem dos satélites e cometas.
O número de satélites primeiro é proporcional a distancia e a progressão de afastamento e depois ao diâmetro que representa a energia liberada no espaço. Por isso que os planetas exteriores possuem 15 vezes o número de satélites dos interiores.
O planeta mais distante levou mais tempo liberando energia no espaço, por isso que temos que ter a equação exposta acima.
Em cosmogenese se tem a origem dos secundários pela atmosfera, radiação e pacotes de energia.
Energia liberada + tempo desta liberação.
A radiação produz as fases das marés batendo direto sobre os oceanos.
PROGRESSÃO DA TRANSLAÇÃO ENTRE OS PLANETAS.
48 / 1.3 = 35 Mercúrio a Vênus
35/ 1.3 = 29 Vênus a Terra
29/ 1.3= 24 Terra a Marte
24/ 1.3= 18 Marte a Júpiter
18/ 1.3= 13 Júpiter a Saturno
13/ 1.3= 10 Saturno a Urano
10/ 1.3= 8 Urano a Netuno.
8 / 1.3 = 6.4 Netuno a Plutão
PROGRESSÃO DE EXPANSÃO NA INCLINAÇÃO ORBITAL.
Progressão dividida pelo diâmetro dividido por dois = INCLINAÇÃO.
1 / 0.67 = 1.4 Mercúrio
2 / 0.92 = 2 Vênus
Terra
4 / 0.69 = 5.7 Marte
5 / 5.7 = 0.8 Júpiter
6 / 4.6 = 1. Saturno
7 / 2 = 3.8 Urano
8 / 2 = 4 Netuno
9 / 0.6 = 15 Plutão.
PRINCÍPIO DA ESTABILIDADE PELA ENERGIA.
A inclinação segue a energia do astro, por isso que os maiores possuem menos inclinação, e nos mais distantes ela é maior.
O mesmo se sucede com a inclinação rotacional, onde os maiores e com mais rotação possuem menos rotação, temos aí o principio da estabilidade pela energia. O mesmo acontece com a excentricidade. Isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.
PROGRESSÃO DE VELOCIDADE TRANSLACIONAL POR SEGUNDOS PARA OS SATÉLITES.
Km/ segundos
17.4 / 1.33= 13.4 de Io a Europa
13.4/ 1.33= 10.3 de Europa a Ganimedes
10.3 / 1.33= 8 de Ganimedes a Calisto.
Para os satélites mais distantes e com menos energia pelo gasto durante a sua vida, esta progressão vai diminuindo.
Vê-se que o índice 1.33 é o mesmo usado para os satélites e planetas.
PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE E DA INVERSÃO.
Quanto maior o astro e mais a energia, maior será a sua dinâmica, e mais irregular será a dinâmica.
E quanto menor e menos energia, menor será a sua dinâmica e menos irregular será a sua órbita.
PROGRESSÃO DE DISTANCIAS EM km, PARA OS SATÉLITES DE JÚPITER.
420.000 * 1.5 = 650.000 km . de Io a Europa
650.000 * 1.5 = 1.070.000 de Europa a Ganimedes
1.070.000*1.5 = 1.800.00 de Ganimedes a Calisto
Progressão de rotação em horas
Terra = 24
42 x 2 = 84 de Io a Europa
84*2 = 168 de Europa a Ganimedes
168*2 = 336 de Ganimedes a Calisto.
Vemos que a progressão e o índice se mantêm, porém decresce nos mais distantes, confirmando a teoria da energeticidade e da origem pela radiação.
Os diâmetros dos satélites variam conforme o distanciamento, em que os maiores estão mais próximos e os menores mais distantes progressivamente. Confirmando a desintegração com o passar do tempo e gasto de energia.
A rotação e translação diminuem proporcionalmente, enquanto aumenta a progressão do afastamento.
O mesmo acontece com o diâmetro, excentricidade e a inclinação.
Os gases de Vênus darão origem a um satélite, enquanto os anéis de Saturno já estarão numa fase mais adiantada, onde os gases e a radiação se afastarão de toda a circunferência de seus primários.
Os anéis possuem velocidade de translação e afastamento, onde próximo ao Equador de Saturno surgirá um novo satélite com os gases que formam os anéis.
Os anéis de Saturno é uma prova da formação de satélites pela sobra de material da radiação de Saturno.
INCLINAÇÃO DOS SATÉLITES INTERIORES DE JÚPITER.
J. 1 – io 1 grau.
Europa 3 grau.
Ganimedes 2 grau.
Não está relacionado aqui o Amaltéia.
A rotação dos anéis de Saturno é uma prova da teoria das interações físicas e energia.
A inclinação e a excentricidade aumentam a proporção do afastamento, que é proporcional ao astro de origem (astro pai) e a sua densidade e diâmetro, como o diâmetro e desintegração são proporcional ao seu tempo de afastamento e radiação do astro pai. Pois o astro depende da quantidade de energia liberada do primário para ter como produzir todos os seus fenômenos e dinâmica.
Os fenômenos dos astros seguem este caminho; quanto mais distante já gastou mais energia e se desintegrou mais e é mais velho, logo tem menos radiação, conseqüentemente, possui menos dinâmica e afastamento, o fluxo de variações é menor, e as excentricidades e inclinações aumentam.
Logo, todos os fenômenos dos astros dependem da produção de energia deles.
A rotação, a translação e a circularidade diminui proporcionar à progressão do envelhecimento. Ou seja, depende da energia inicial e da energia processada.
As excentricidades dos satélites variam de 0.01 a 0.378, enquanto os cometas ficam na casa de 0.3 a 0.96, com isto constatamos que os cometas possuem menos energia e são mais irregulares, enquanto os satélites são maiores e possuem maiores potencia de energia, com isto são menos excêntricos na sua elipse.
Índice 0.133 / [densidade +diâmetro /2] / +progressão de afastamento *2 / 100 = excentricidade.
Io 0.138/ 0.33 + 0,002 / 100 = 0,0042
Europa 0.138 /0,23 + 0,004 / 100 = 0,005
Ganimedes 0,138/0,23+0,006 / 100= 0,005.
A progressão da excentricidade é crescente.
CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE POR AFASTAMENTO PARA OS COMETAS.
Os cometas de períodos mais longos, como o Halley e o Crommelin são os que possuem a maior excentricidade, menor circularidade e a maior inclinação. Com isto se vêem que a progressão está presente também nos cometas e que eles são os com menos energia, logo os mais velhos e com menos energia, por isso que eles estão desenvolvendo uma excentricidade e inclinação maior.
Índice 0.138 / densidade +diâmetro /2 + progressão de expansão pelo afastamento / índice
0.138 / (D.D/ ( 2)+ (progressão de expansão + ( 0.002) = excentricidade.
Oterma 0.24
Crommelim 0.91
Giacobini-zinner 0.7
Halley 0.96
Wippley 0.26
Eneckr 0.86
Borelly 0.62
Tempel2 0.54
Tempel1 0.52
Perine-mrkos 0.63
Temple-swilft 0.53
Kopff 0.54
Wild-2 0.54
Faye 0.57.
Isso tudo é para provar a teoria da energeticidade e radiação.
Vemos que os com maior excentricidade e inclinação são os dois de maior período, ou seja, os mais velhos e mais distantes. Que é o Halley e o Crommelim.
A PROGRESSÃO DE AFASTAMENTO NOS COMETAS ENCONTRA-SE NOS SEUS PERÍODOS DE ANOS.
Vemos que a excentricidade dos cometas também obedece à densidade + diâmetro / 2, e o índice de afastamento, ou seja, do gasto de energia por processos físicos.
PRINCÍPIO DO FLUXO VARIADO.
Nos cometas o fluxo de variação na dinâmica, afastamento, período em anos, órbita e outros fenômenos possuem melhores condições de ser observado por causa de mudanças de datas nas aparições próximo da Terra.
ROTAÇÃO DOS PLANETAS POR PROGRESSÃO EM RELAÇÃO A TERRA.
Diâmetro +2 / por progressão = rotação.
1+2/3=1 Terra
0.6+2/4=0.9 Marte
11+2 /5=2.6 Júpiter
9+2/ 6= 1.8 Saturno.
3.9+2/7=0.84 Urano
3.9 +2/8=0.73 Netuno
0.5 +2/9 =0.27 Plutão - 24/0.27= 88 horas.
Como referencia a Terra igual a 24 horas.
ANALISANDO A ROTAÇÃO DE DOIS EM DOIS.
Se analisar os planetas de dois em dois, veremos que Mercúrio e Vênus possuem uma rotação acima de 1.400 horas, pois possuem uma uniformidade e imensa radiação em toda superfície. Enquanto a Terra e Marte por serem produzidos com pouca diferença de tempo e diâmetro aproximado produzem uma rotação de 24 horas, já Júpiter e Saturno por terem quase o mesmo diâmetro e uma idade próxima produzem uma rotação aproximada de 10 horas, enquanto Urano e Netuno com quase o mesmo diâmetro e tempo de vida produzem uma rotação aproximada de 13 horas, já Plutão por ser menor e ter mais tempo de vida produz uma rotação de 150 horas.
CÁLCULO PARA GRANDES SATÉLITES
CÁLCULO DE NÚMERO DE GRANDES SATÉLITES DOS PLANETAS.
Através deste cálculo é possível calcular a existência de grandes satélites no sistema planetário solar.
Diâmetro + densidade / 2 / pelo índice dois.
D.D 2 /2= Nº. de grandes satélites.
Júpiter- 5.7 / 2 = 2.7 possui três satélites grandes.
Saturno 4.6 / 2 = 2.3 possui três satélites grandes.
Urano- 2 / 2 = 1 possui um satélite grande.
Netuno 2/2 = 1 possui um satélite grande.
Observação; Este resultado se aproxima do que foi observado até hoje por telescópico.
Prova-se que a energia se desintegra através de seus processos como forma de radiação, produzindo novos astros e seus fenômenos.
E os astros tendem a desintegrar por radiação conforme a energia processada, levando-os a diminuir o diâmetro, e toda a dinâmica.
Isto se confirma com o tamanho, atmosfera, radiação, temperatura externa, atividades tectônicas, desintegração, dinâmicas e afastamento, e fluxo de variações dos fenômenos.
CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE.
A teoria da energia e radiação fundamenta os gases de Saturno, a origem dos satélites e a progressão de todos os fenômenos e órbitas.
A teoria por ela mesma consegue responder a origem dos astros, os seus fenômenos, e o seu futuro, porque as órbitas são variáveis, e os maiores planetas possuem o maior número de satélites. Nisto vemos que a energia e as interações físicas produzem radiação e a radiação origina os astros, e juntos produzem todos os outros fenômenos e suas variações.
Os planetas passam por fases: a de alta temperatura, a de radiação, a de fusão, a de gases, as de variações e a de estabilidade.
30 PONTOS FUNDAMENTADOS EM QUE SE PODE PROVAR MATEMATICAMENTE PELA TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO, DIÂMETRO +1/2, E PELA PROGRESSÃO DO AFASTAMENTO.
1 -Origem pela radiação - vemos na progressão do afastamento e no número de satélites por densidade e diâmetro do planeta.
2 - Na relação diâmetro-densidade em relação da progressão das distancia entre os planetas.
3 - Em relação à desintegração entre os planetas exteriores, vemos que o diâmetro decresce progressivamente.
4 - Relação órbita posicional e desintegração. As órbitas aumentam em distancia conforme o seu diâmetro-densidade, e isso são constatados nos planetas exteriores e nos satélites.
5 - afastamento progressivo e decréscimo com progressão de velocidade de translação.
6 - Distancia como afastamento progressivo.
7 - Expansão e órbita fluxonária.
8 - Translação variável e decrescente por perca de energia, impulso e desintegração.
9 - Rotação por densidade-diâmetro e distanciamento.
10 - Número de satélites por radiação e densidade-diâmetro.
11- Origem de satélites por radiação.
12 - Circularidade por densidade-diâmetro e progressão.
13 - Excentricidade.
14 - Inclinação de órbitas.
15 - Aumento de velocidade de translação pelo periélio e radiação.
16 - Cálculo de velocidade de translação por energia e radiação.
17 - Órbitas progressivas.
18 - Progressão de decréscimo de desintegração nos planetas exteriores.
19 - Tamanho de planetas exteriores pela progressão de afastamento.
20 - Tamanho de satélites.
21 - Inclinação axial dos planetas.
22 - Variações de órbitas posição, tamanho, forma e dinâmica.
23 - Órbitas fluxonária.
24 – atmosfera.
25 - atividades tectônicas, correntes marinhas, e marés.
26 – evolução de elementos químicos.
27- fusões, fissões, decaimentos, número atômico, abundancia de elementos químicos.
28 – saltos de elétrons e salto quântico.
29 – energia de ligação e pulso quântico.
30 – dilatação, pressão de gases, acréscimo de dinâmica de partículas, spin, e outros.
CIRCULARIDADE E EXCENTRICIDADE.
Os planetas, satélites e cometas tendem a produzir círculos imperfeitos conforme o seu afastamento e densidade-diâmetro.
Os movimentos dos planetas são por natureza e por essência circular e quanto maior o planeta maior será sua circularidade e quanto menor o astro maior será sua excentricidade. Ou seja, a natureza da dinâmica é circular e não retilínea.
A excentricidade depende da energia e da uniformidade da distribuição da radiação na atmosfera, por isto que planetas como Mercúrio possui grande excentricidade, pois a distribuição de radiação é uniforme em toda superfície.
Índice 0.14 / [por densidade+diâmetro/2]+ (expansão x 0.002)= excentricidade.
Mercúrio - 0.14 / 0.67 + (1 x 0.002) =0.210 de excentricidade.
Vênus 0.14 / 0.96 +[ 2*0,002] = 0.14
Terra 0.14 / 1 + [ 3*0,002] = 0.14
Marte 0.14 / 0.7 + [ 4*0,002] = 0.1
Júpiter 0.14 / 5.7 + [ 5 *0.002] = 0.024
Saturno 0.14 / 4.6 + [6 *0.002] = 0.035
Urano 0.14/ 2 + [7 *0.002] = 0.07
Netuno 0.14 / 1.9 + [8 *0.002] = 0.0.7
Plutão 0.14 / 0.6 + [9 x 0.002=0.018] = 0.251
A órbita é produto da energia e radiação que começou na origem, pois depende da quantidade de energia que recebeu do primário para desenvolver toda dinâmica e fenômenos.
ORIGEM, AFASTAMENTO E ÓRBITA POR AFASTAMENTO E POR IMPULSO DE RADIAÇÃO.
A órbita e a velocidade. Tem a ver com o tempo de origem + densidade e diâmetro.
A prova da origem pelo material da radiação e o afastamento pela energia e pelo impulso da radiação é que os astros se posicionam a uma distancia de progressão de um em relação ao outro.
A prova da órbita distancial se vê pela progressão tanto da distancia quanto na velocidade de translação, como também na progressão do diâmetro dos planetas exteriores.
Assim concluímos uma só teoria para responder a origem, a distancia, o afastamento, as progressões, toda dinâmica, o número de satélites e demais fenômenos.
PROGRESSÃO DE DESINTEGRAÇÃO DOS PLANETAS EXTERIORES.
Todos os planetas possuem um desgaste pela material lançado no espaço, ou seja, eles se desintegram, e isto se constata em relação à progressão do seu diâmetro e de sua densidade.
Júpiter 5.7 / 2 = 2.85
Saturno 4.6 /2 = 2.3
Urano 2 / 2 = 1
Netuno 1.9 / 2 = 1
Plutão 0.6 / 2 = 0.3
Dos valores de um planeta acha-se a progressão, e os valores do outro.
PROGRESSÕES DAS DISTANCIA EM RELAÇÃO À TERRA COM VALOR UM.
Vê-se que o afastamento que produz a distancia também segue uma progressão.
CÁLCULO DA PROGRESSÃO DA DISTANCIA.
De Plutão a Netuno 40 / 1.4 = 28,5
Net. a urano 28.5 / 1.4 = 20.5
Urano a Saturno 20.5 /1.4 = 14.5
Saturno a Júpiter 14.5 /1.4 = 10.4
Júpiter a Marte 10.4/ 1.4 = 7.4
De Júpiter a Marte 7.4/ 1.4 = 5.3
De Marte a Terra 1.7/ 1.4 = 1
Da Terra a Vênus 1 / 1.4 = 0.7
De Vênus a Mercúrio 0.7/ 1.4 = 0.4
A progressão entre Júpiter e Marte tem uma variação por ter Júpiter muito maior diâmetro, onde se tem mais energia o que o possibilitou de produzir um maior afastamento.
Pela diferença de diâmetro entre Júpiter e Marte, vemos que Júpiter teve mais energia para romper a progressão e se afastar mais rápido, por isto que a progressão se repete duas vezes entre eles.
E confirma-se pela experiência que Plutão possui cem vezes o distancia em relação ao Sol, do que Mercúrio.
CÁLCULO DE PROGRESSÕES DE TRANSLAÇÃO.
Mercúrio a Vênus 48 / 1.3 = 36 Vênus.
36 / 1.3 = 28 Terra
28 / 1.3 = 22 Marte
22 / 1.3 = 17 Júpiter
17 / 1.3 = 13 Saturno
13 / 1.3 = 8 Urano
8 / 1.3 = 6 Netuno
6 / 1.3 = 5 Plutão
Considerando que 1,3 é um resultado de radiação produzido pela energia do Sol.
Júpiter e Saturno possuem a maior quantidade de densidade e diâmetro e por isso que existe uma diferença de progressão das distancias deles entre seus vizinhos.
Com isso concluímos:
1. Que os planetas se originam do Sol, e os satélites dos planetas.
2. Os astros se afastam do Sol conforme a sua energia.
3. Que suas distancias orbitais são mantidas pelo seu afastamento.
4. Que sua translação se origina pela energia e radiação que os originou.
5. Que a translação diminui com o tempo e a desintegração.
6. Que a rotação, circularidade e inclinação são produzidas por interações físicas e energia.
7. Que a intensidade de suas interações física e produção de energia é determinada pela densidade + diâmetro /2, ou diâmetro +1 /2.
8. Que o universo produz a dinâmica, que é variável com o tempo, e se encontra numa eterna construção.
PROGRESSÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO.
48 /1.33 = 36 de Mercúrio a Vênus
36/ 1.33 = 28 Terra
28 / 1.33 = 21 Marte
21 / 1.33 = 16 Júpiter
16 / 1.33 = 12 Saturno
12/ 1.33 = 9 Urano
9 / 1.33 = 7 Netuno
7 / 1.33 = 5 Plutão.
A LUA
A Lua possui a velocidade de translação 1.03 km/s por possuir um planeta de origem muito pequeno.
A rotação da Lua é de 354 horas em relação à Terra, ou seja, obedece também o astro de origem. Por ser construído com pouco material e conseqüentemente ter pouca energia se processando.
COMETAS.
Os cometas foram originados pelo Sol, por isso que possuem uma excentricidade e inclinação tão alta. E aumenta à proporção que aumenta o seu afastamento, ou período em anos.
A excentricidade, inclinação e rotação dos cometas obedecem ao seu período em anos, ou seja, quanto mais distante, maior e a excentricidade, inclinação e menor a rotação e translação dos cometas.
0.138 / [densidade + diâmetro 2] + 0.002 x período em anos = excentricidade).
Oterma [ 0.138/ 0.4 ]+[ 0.02 x 19.4 ]= 0.7
Crommelin [0.138 / 0.4 ]+[ 0.02 x 27.4] = 0.888
Giacobini-ziner [0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 6.59 ]= 0.47
Halley [ 0.138/ 0.4 ]+[ 0.02 x 76.0] = 1.8
Wyple [ 0.138 / 0.4 ]+[ 0.02 x 8.49] = 0.5
Eneme [ 0.138/ 0.4 ]+ [0.02 x 3.29] = 0.4
Borelly [ 0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 6.86] = 0.5
Tempel 2 [0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 5.29] = 0.5
Tempel 1 [ 0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 5.50] = 0.52
D'arresi [0.138 / o.4 ]+ [0.02 x 6.39 ]= 0.6
0.133 é um valor encontra para radiação pela produção de energia nos planetas. E aqui o resultado se confirma com a realidade.
Toda teoria da energeticidade e radiação se confirma também nos cometas, pois Halley e Crommelin são os com períodos maiores em anos e com as maiores excentricidade e inclinação orbital.
Com o período longo, a excentricidade também e maior.
A origem dos cometas ocorreu a partir do Sol por isso que é mantida uma excentricidade tão alta e proporcional ao período.
A inclinação também obedece ao período, pois se multiplicarmos dois x numero de período de anos, será encontrado a inclinação da maioria dos cometas.
INCLINAÇÃO DA ÓRBITA DOS COMETAS.
Multiplica por dois o período em anos do cometa, que será encontrado a inclinação.
Exemplo.
Halley = 76 anos de período * 2 = inclinação =152 graus.
O mesmo segue para todos os outros cometas, e isto é mais uma prova da teoria da energeticidade e radiação, e a irregularidade pelo envelhecimento, ou pode ser também pelo afastamento.
Tempel 1 – 5 anos * 2 = inclinação 10 graus.
Tempel 2 – 6 anos * 2 = inclinação 12 graus.
Crommelin – 27 anos * 2 = inclinação de 54 graus.
Para nem todos é exato, mas se aproxima da realidade e da progressão, onde os mais distantes são os mais irregulares.
COMPROVAÇÃO DO FLUXO E DO AFASTAMENTO ATRAVÉS DE HALLEY
Constata-se e comprova-se a teoria das interações, energia, afastamento e radiação através das irregularidades nos períodos do cometa Halley. O período de Halley aumenta e diminui a cada 500 anos em que já foi de 74 anos a 78 anos aumentando e diminuindo fluxonariamente. Porém em outros cometas e astros essa variação ocorre em diferenças de segundos de um período para outro, que parece ser pouco, porém é o que determina a órbita e a posição dos astros no espaço.
O afastamento e a diminuição de energia aumentam a excentricidade e a inclinação, e diminui a circularidade e a translação.
A flexibilidade da expansão ocorre principalmente porque o periélio aumenta diminuindo no afélio e depois o periélio volta a aumentar diminuindo no afélio, aonde se tem um fluxo, assim a translação, a distancia, os períodos e demais fenômenos produzem um fluxo crescente e decrescente.
Halley manteve esta flexibilidade constatada nas últimas 20 aparições.
A flexibilidade do período se dá em razão do aumento da excentricidade pelo comando do astro com menos energia.
O afastamento nos cometas é mais acentuada no afélio do que no periélio, por serem astros miúdos em relação aos planetas, por isso que suas excentricidades são tão acentuadas, pois possui menos energia e passa a ter uma órbita menos perfeita.
A IDADE DOS COMETAS
Pode-se calcular a idade de um cometa através do seu período e do seu periélio, ou seja, Halley tem a tendência de se tornar um cometa de período longo e periélio maior. Logo, Halley é um cometa velho e com pouca energia para produzir a dinâmica.
Por aqui vemos que a translação depende da energia, d radiação, da densidade, diâmetro, e temperatura externa recebida pelo astro de origem.
Provas contundentes da origem dos astros por matéria de radiação e de suas órbitas por impulso de radiação.
1- a - Alto índice de radiação do Sol.
1. b - Anéis de Saturno
2. Flexibilidade e afastamento de Halley
3. Inclinação de menos de 45º para planetas, cometas e satélites. Provando que não estão espalhados aleatoriamente no espaço.
4. Aumento de expansão e inclinação com a expansão.
5. Progressão com a distância e translação.
6. Diminuição da rotação e translação com a distância e gasto de energia, tornando o planeta com menos comando.
7. Satélites que povoam progressivamente o planeta que o produziu.
8. Numero de satélites pela energia, radiação, densidade, diâmetro e afastamento.
9. Movimento de translação de circularidade de satélites em relação ao Sol.
10. Elementos químicos mais pesados e em maior abundancia no centro do astro.
11. Satélites menores proporcionalmente aos astros de origem.
12. As camadas da estrutura interna da Terra.
14. Os vulcões são prova de radiação da Terra e de que todos os astros possuem radiação própria.
17 – a desintegração dos planetas, satélites e cometas.
18 – atmosfera e correntes marinhas.
19 – com a rotação e o afastamento prova-se que o movimento é próprio do astro, e não depende de outro, ou ação de força para se movimentar no espaço.
20- Acréscimo de dinâmica aleatória nos gases quando sob pressão ou acréscimo de temperatura.
21- logo, o movimento é próprio e é produzido pela energia do astro.
TRÊS COMPONENTES DA ORIGEM, ÓRBITA E DINÂMICA DOS ASTROS.
O de origem (pela energia do astro que o produziu).
O de impulso inicial na origem e progressão de afastamento.
O de energia interna (interações físicas), que é representado pela densidade e diâmetro.
ROTAÇÃO.
Rotação dos planetas em relação à densidade + diâmetro / 2, em relação ao numero de giro da Terra. Considerando o afastamento progressivo dividido por dez.
Progressão /10 *2+[ Densidade-diâmetro / 2] / pelo índice 2.3
M = 0,9*2+ [0.685] /2.3 = 1 Mercúrio
V = 0,8*2+ 0.915 /2.3 = 1 Vênus
T = 0,7*2+ 1.0 / 2.3 = 1 Terra
M = 0,6*2+ 0.625 / 2.3 = 0.78 Marte
J = 0,5*2+ 5.72 / 2.3 = 2.52. Júpiter
S = 0,4*2+ 4.815 / 2.3 = 2.1 Saturno
U = 0,3*2+ 1.915 / 2.3 = 0.84 Urano
N = 0,2*2+ 1.9 / 2.3 = 0.82 Netuno.
P= 0,1*2+ 0.6 / 2.3 = 0.26 Plutão
OBSERVAÇÃO. Se houver alguma dúvida quanto à densidade é só usar o índice um no lugar da densidade, ficando diâmetro +1 /2.
A referência é a Terra que é o valor de giro, ou 24 Horas.
Através desses cálculos temos as maiores aproximações de rotação, excentricidade e inclinação.
Nos planetas exteriores se vê que a rotação tende a decrescer, como decresce o diâmetro do astro, ou seja, também a sua energia e a quantidade de radiação. Logo, a rotação não está relacionada com o achatamento, mas sim com a radiação e energia.
CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE DA ELIPSE.
Índice 0.148 dividido pela densidade + diâmetro /2.
O índice 0.148 é encontrado através da radiação do Sol.
Índice dividido pela densidade + diâmetro /2 = excentricidade da elipse.
Mercúrio 0.148 / 0.685 = 0.216.
Vênus 0.148 / 0.915 = 0.16.
Terra 0.148/ 1.0 = 0.148
Marte 0.148 / 0.625 = 0.236.
Júpiter 0.148 / 5.72 = 0.026
Saturno 0.148 / 4.815 = 0.0308
Urano 0.148/ 1.915 = 0.082
Netuno 0.148 / 1.9 = 0.077
Plutão 0.148/ 0.6 = 0.247
Quanto menor e mais distantes do primário, conseqüentemente com menos energia, maior será a excentricidade e inclinação, ou seja, a energia decresce, diminuindo o comando e quantidade de fenômenos, como, dinâmica, atmosfera, atividades tectônicas, radiação e desintegração.
CÁLCULO DE INCLINAÇÃO ORBITAL ATRAVÉS DA MÉDIA DE DENSIDADE E DIÂMETRO.
Índice 9 + progressão /10 / [do diâmetro +densidade/2].
M 9.1/ 0.685 = 13
V 9.2/ 0.915 = 10
T 9.3 / 1 = 9.3
M 9.4 / 0.625 = 15
J 9.5 / 5.72 = 1.6
S 9 .6/ 4.815 = 2
U 9 .7/ 1.915 = 5
N 9 .8/ 1.90 = 5.1
P 9 .9/ 0.6 = 16.5
CÁLCULO DE INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO. CÁLCULO APROXIMADO.
1*5 / 0.685 = 7.4 MERCÚRIO
2*5 / 0.915 = 10.9 VÊNUS
3*5 / 1 = 15 TERRA
4*5 / 0.625 = 30 MARTE
5*5 / 5.72 = 3.7 JÚPITER.
6*5 / 4.815 = 6.2 SATURNO
7*5 / 1.915 = 18.4 URANO
8*5 / 1.9 = 21 SATURNO
9*5 / 0.6 = 75 PLUTÃO
CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO PELA RADIAÇÃO SOLAR.
Radiação solar x distancia x índice x N° de voltas
Mercúrio 390 x 57.910.000 x 0.01581034 = velocidade orbital média x 4.152 = 1.483.814.955
Vênus 390 x 128.200.000 x 0.01581034 x 1.374 = 1.085.136.490
Terra 390 x 149.600.000 x 0.01581034 x 1 = 922.284.000
Marte 390 x 227.940.000 x 0.01581034 x 0.532 = 747.834.000
Obs. Estes resultados batem exatamente para todos os planetas, e cometas.
Vemos que o universo entra numa produção de novos astros e se afastam uns dos outros.
VT = velocidade orbital média.
O número de voltas diminui na equação conforme vai diminuindo a translação.
TEMPO DE FORMAÇÃO DOS PLANETAS EM ANOS.
Para se calcular o tempo de formação de um planeta deve-se levar em canta todas as fases, da radiação e gases até o planeta pronto e esférico, depois calcular o tempo de distanciamento do primeiro ao último. Com isto veremos que o sistema solar possui bilhões de anos.
FLUXO NAS ÓRBITAS DOS COMETAS.
Existe uma variação no periélio dos cometas.
Esta variação é registrada em aparecimento de sete em sete períodos, quando os mesmos se aproximam da Terra, com isto vemos que há períodos longos, outros curtos, uns mais próximos, outros distantes, assim com isto se conclui que a translação, a rotação, as órbitas, mantém um fluxo mais longo, ou menos curto, porém esta variação é ínfima, onde mantém um pequeno e crescente afastamento.
Vemos nos cometas a ação da radiação solar, pois por serem menores possuem uma excentricidade maior, e que Júpiter possui a menor excentricidade do sistema por ser o maior astro.
Vemos também que a Lua foi produzida pela Terra por que a sua velocidade é um km por segundo em relação à Terra, pois recebeu pouca quantidade de energia para sua formação, por isto também a sua rotação é mínima, pois acompanha os valores de processamento de energia e radiação da sua estrutura física. Porém, se fosse produzida pelo Sol a sua translação e rotação seriam maiores.
E se a gravitação tivesse alguma ação sobre as órbitas dos astros, as órbitas seriam distorcidas quando próximas do Sol. Pois acontece o contrário os astros menores e mais distantes tem as órbitas mais alongadas, provando que a energia de cada um determina a órbita.
A radiação e produzida pelas interações físicas na produção de energia no interior do astro.
CONCLUSÃO.
Assim, os astros são regidos por.
1 – Produção da radiação, e impulsão da mesma radiação.
2 - Afastamento progressivo, e órbita progressiva pela energia recebida.
3 - Energia interna e densidade + diâmetro /2 que age também sobre a órbita e fenômenos.
4 – Os astros estão soltos no espaço e não presos por qualquer tipo de campo.
5- Possuem dinâmica própria pela impulsão inicial e energia interna.
6 – Se algum campo tivesse tamanha força para reger a órbita de planetas tão distantes, não deixaria o calor e a radiação sair do seu corpo. Pois o Sol afasta os planetas e não os atrai. A energia e a radiação produzem as órbitas, dinâmica e o afastamento dos astros, e marca a distancia crescente entre eles.
ASTERÓIDES.
Vemos que o asteróide que circundam um planeta, satélite ou estrela, varia em quantidade, tamanho, formato, órbita, dinâmica, afastamento, radiação, que é conforme a densidade e diâmetro do próprio astro circundado pelo asteróide. Assim, o primário que produz o asteróide, determina no secundário a quantidade e intensidade de seus fenômenos, pois o secundário terá uma quantidade de energia se processando conforme do que recebeu do primário. Exemplo, o Sol pode produzir astros maiores e com mais energia, Júpiter um pouco menos e a Terra menos ainda onde esta energia que vai determinar os fenômenos.
Ou seja, quanto maior em diâmetro e densidade o astro originador, e quanto mais próximo for o asteróide do primário. E levando em conta a densidade e diâmetro do asteróide, maior será a quantidade de asteróides, maiores os tamanhos e com formato irregular, órbita com inclinação, excentricidade e translação irregular, rotação, radiação mais intensa e maior o achatamento.
Vemos que Júpiter é o que possui maior quantidade de asteróides, com isto concluímos que a teoria da origem pelas interações físicas e radiação, e que os astros se encontram em afastamento pela r
