sexta-feira, 15 de outubro de 2010


OITAVA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA

TEORIA ASTRONÔMICA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.
Autor – Ancelmo Luiz Graceli.


Ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Tel. 27- 32167566
Rua Itabira, nº 5, Conjunto Itapemirim,
Rosa da Penha, Cariacica, E.S. cep.29143 -269.
Brasileiro, professor, graduação em filosofia e pesquisador teórico.
Livros publicados- ASTRONOMIA, e MUNDO DAS INTERAÇÕES FÍSICAS.

Colaborador - Marcio Piter Rangel.

Trabalho apresentado a SECT- Espírito Santo- Brasil.
E a Sociedade Brasileira de Física.
Introdução publicada na WEB pelo Portal Fator Brasil - Canal Perfil. No dia 30.01.2008.
Se outras teorias com fundamentos e formulas tiveram aceitação, por que estas não terão? Pois, possui todos os fundamentos e todas as formas de cálculos, e que se confirmam com a realidade e a observação até hoje alcançada. Com mais de cento e dez fórmulas, com as mais variadas formas de se calcular um mesmo fenômeno, com mais de duzentos fundamentos em todas as áreas da física moderna. Inclusive, com novas previsões dentro da cosmologia e astronomia.

Apresentado a Revista de Ensino da SBFISICA. 
Soced. Bras. de Física.
Brazilian Juornal of Physics – SBFISICA
Registrado na Biblioteca Nacional.
A ORIGEM DOS ASTROS PELO ESPAÇO DENSO, ENERGIA E RADIAÇÃO.
CONSIDERAÇÕES.
Nenhuma outra teoria apresentada anteriormente teve a abrangência de calcular e incluir novos fenômenos em uma teoria como a da energeticidade e radiação, e a possibilidade de prever o passado e o futuro do sistema solar, da matéria e do cosmo.
Para provar esta teoria uso a temperatura, a radiação, o diâmetro, e a densidade dos astros, com varias formulas e constantes diferentes, onde é determinada a energia do astro, e os resultados são sempre os mesmos.
Interações físicas, temperatura, radiação, diâmetro e densidade representam à energia em processamento do astro.
SÃO CINCO TEORIAS QUE SE COMPLETAM – UNIVERSO FLUXONÁRIO, ENERGETICIDADE, ALTERNANCIDADE, FISICIDADE E A GERAL.
ASSIM TEMOS TRÊS PONTOS PRINCIPAIS.
1 - a origem de tudo pelo espaço denso.
2 - A origem da dinâmica pela energia, interação física, e sua radiação,
3- e a energia produzindo rotação radiação e deslocamento no espaço denso, onde os astros são produzidos e desenvolverão a sua dinâmica e afastamento conforme a origem, energia interna, radiação e rotação.
TEORIA DA ORIGEM E A NATUREZA DOS ASTROS POR FUSÃO NUCLEAR, RADIAÇÃO E ENERGIA.
Na verdade se vê que o sistema solar, e todo universo e sua dinâmica se encontram numa construção constante, onde planetas se originam do Sol para dar origem a satélites. E cometas correm como crianças riscando o céu do espaço com a sua luz em pontos diferentes e velocidades diversas, e todos os planetas, satélites, e meteoros também produzem órbitas diferentes.
FLUXO E AUMENTO DE ÓRBITAS.
ÓRBITAS FLUXONÁRIAS.
As órbitas são fluxonária e expansionistas que é observada com mais facilidade nos cometas de períodos longos e periélios pequenos.
Nos períodos longos dos cometas é possível observar que as órbitas dos astros não são constantes, e que possui uma pequena variação de acréscimo e decréscimo, e um mínimo aumento com o passar dos tempos. O que confirma a posição atual dos astros e asteróides.
O fluxo mínimo também está presente na excentricidade, inclinações e dinâmicas.
FLUXO DE ÓRBITA EM RELAÇÃO AO TEMPO.
A cada sete órbitas da Terra há um acréscimo de três segundo, ou seja, o planeta atrasa três segundo na sua velocidade de translação. Depois ele passa a diminuir estes três segundos por sete órbitas, ou seja, aumenta a sua velocidade durante este período de órbitas.
CÁLCULO PARA FLUXO ORBITAL.
Fluxo de acréscimo de tempo em cada período = número de períodos até sete
Fluxo de decréscimo de tempo em cada período= número de período até sete.
Acréscimo de período =cada período em ano somado com três segundos.
Decréscimo de período = cada período em ano subtraído em três segundo.
FORMULA.
Período multiplicado por três segundos acrescidos ou diminuídos.
Ou seja, o fluxo é de três segundos para cada período em ano.
Assim, se a Terra possui um período de um ano ele em cada ano tem um fluxo de 3 segundos, que se mantém até sete anos como acréscimo, e depois se torna decréscimo.
CÁLCULO PARA O COMETA HALLEY.
76 anos * 3 segundos = 228 segundos acrescidos em cada período durante sete períodos, e decrescidos durante sete períodos.
No cometa Halley se confirma com clareza este fluxo de órbita, que chega a ser de até de quatro minutos em cada período de fluxo de sete períodos, ou seja, num fluxo de sete períodos a velocidade aumenta diminuindo o período em até quatro minutos, depois do fluxo de sete períodos a velocidade diminui aumentando o período.
O fluxo de órbita é fácil de ser confirmado com os cometas.
A dinâmica é própria variando com o impulso da radiação, energia e o acréscimo no afastamento entre os astros, assim surgem e acabam os átomos, as atmosferas e os astros.
FLUXO DE ROTAÇÃO, FLUXO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO, FLUXO DE EXCENTRICIDADE E DE INCLINAÇÃO.
Assim como o afastamento possui um fluxo mínimo, a rotação e a translação desenvolvem um fluxo mínimo em segundos. E a excentricidade e as inclinações também desenvolvem um fluxo mínimo em graus.
PRINCÍPIO DA EQUIVALÊNCIA.
Quando um astro possui inclinação grande, provavelmente a sua excentricidade também será grande, e vice- versa.
E astros grandes e próximos de seus primários terão grandes dinâmicas e potencial de afastamento, e poucas inclinações e excentricidade. e astros pequenos e distantes de seus primários terão pouca e decrescentes dinâmicas e grandes inclinações rotacional e translacional, grandes excentricidades.
A TEORIA SE FUNDAMENTA EM VÁRIAS EXPLICAÇÕES.
A cosmológica - que se fundamenta através da origem do universo e dos planetas de um processo de radiação e de interação física.
Uma explicação astrofísica - A radiação que é produzida de interação física na produção de energia produz e dão origem aos cometas, satélites e planetas.
Uma explicação química - Os elementos químicos pesados levaram mais tempo para se processar, por isso estão em maior abundancia no núcleo do astro.
Uma explicação astronômica - A disposição e o movimento dos planetas em volta do Sol, e dos satélites em volta dos planetas.
Uma explicação de unificação - Todos os campos são um só, pois não existe infinidade de campo. E todos estão relacionados com interações físicas na produção de energia.
Sê os planetas e os satélites forem fundidos de uma só vez, os satélites circulariam em torno do Sol e não em torno dos planetas, logo se vê que a radiação do Sol que produziu os planetas, e que a radiação dos planetas deu origem aos satélites.
Quanto mais distante o planeta maior o seu numero de satélites e menor é o seu tamanho a partir dos planetas exteriores.
E a progressão de origem tanto no afastamento, distancia translação e numero de planetas.
Sê a origem fosse num só momento, a translação não diminuiria progressivamente, seria a mesma tanto para Mercúrio quanto para Plutão, pois eles teriam o mesmo momento de origem.
O QUE PROVA A ORIGEM PELA RADIAÇÃO É:
A progressão das distancia.
A progressão da translação.
A progressão do numero de satélites que varia com a distancia e o diâmetro. Que é representado aí a idade e a energia do satélite.
A progressão da circularidade.
Por sua vez a teoria da energeticidade e radiação prova não só a origem do astro, mas sim a sua rotação, translação, afastamento, e outros fenômenos.
O afastamento é provado além da progressão também através da distancia entre Marte e Júpiter. Júpiter tem 3.5 vezes a distancia de Marte é uma relação densidade e diâmetro de oito vezes de Júpiter para Marte, com isto vemos que o primeiro planeta a ser fundido foi Júpiter que levou mais tempo na sua formação e enquanto era fundido se distanciava de Marte que ainda era apenas poeiras de radiação.
RELAÇAO DENSIDADE DIÃMETRO PARA A DISTANCIA ENTRE OS PLANETAS.
5.7 de Densidade. Diâmetro. Para um da Terra.
5.2 de distancia para um da Terra.
5.7 para 0.9 de Vênus.
5.5 para 0.7 de distancia Para Vênus.
5.7 para 0.67 de Júpiter
5.9 para 0.4 de distancia para Mercúrio.
Júpiter por ser o maior teve mais energia e mais tempo para se distanciar de Marte, por isto um espaço que é o dobro na progressão do afastamento. E na formula será multiplicado por mais dois.
Progressão de afastamento pelo índice 1.6.
58 * 1.6 =92 Mercúrio a Vênus
92 * 1.6 = 148 Vênus a Terra
148 * 1.6 = 238 Terra a Marte.
238 * 1.6 = 390 *2 = 780 de Marte a Júpiter.
780 * 1.6 = 1248 Júpiter a Saturno.
1248 * 1.6 = 1996 Saturno a Urano
1996 * 1.6 = 3194 Urano a Netuno
3194 * 1.6 = 5511 Netuno a Plutão.
Observação. Outras teorias não fizeram esta progressão de afastamento entre os astros.
É bom saber que mesmo sendo o afastamento progressivo de fundamental importância para o sistema solar, os planetas se afastam do Sol menos de um metro ao ano. Enquanto a translação desenvolve um percurso de mais de 750.000.000 km / ano. Este cálculo foi desenvolvido na cosmogenese de universo fluxonário estruturante.
os números dos planetas exteriores após júpiter praticamente batem, ou seja, pela progressão do afastamento somado com a densidade +diâmetro / 2 fecham na equação com valor de progressão nove.
O índice de progressão determina que o planeta que saiu na frente já possui uma diferença, e enquanto outro está sendo formado ele se distancia conforme o número de planetas formados e com a densidade e diâmetro levado na construção do mesmo. Plutão possui a distancia progressiva maior, porém Júpiter e Saturno possuem a maior progressão de afastamento, pois possuem os maiores diâmetros. Pois com mais energia se distanciarão mais uns dos outros.
Velocidade de translação dividida pelo índice 1.33, onde é encontrado o subseqüente planeta. km por segundo / índice 1.33 = km/s.
48 / 1.33 = 36 de Mercúrio a Vênus
36/ 1.33 = 28 de Vênus a Terra
28 / 1.33 = 21 da Terra a Marte
21/ 1.33 =15 de Marte a Júpiter
15/ 1.33 = 11 de Júpiter a Saturno
11/ 1.33 = 8.5 de Saturno a Urano
8.5 / 1.33 = 6.5 de Urano a Netuno
6.5 / 1.33 = 4.9X (prog ( 2) de Netuno a Plutão prog. =progressão.
Aqui se prova que a progressão também está presente na velocidade de translação.
O índice 1.33 pode representar a radiação solar, se for dividido 3.9 por três será igual a 1.3.
NÚMERO DE SATÉLITES.
Os satélites variam conforme o seu distanciamento progressivo dos planetas e a sua densidade e diâmetro / 2, dividido pelo índice 2,3.
Se houver alguma dúvida na densidade, substitui a densidade por um, ficando diâmetro +1 /2.
Diâmetro + densidade /2 * progressão de 1 a 9 / 2,3 = número de satélites.
Número de satélites para cada planeta.
0.67 x 1 / 2, 3 = 0 Mercúrio
0.97 x 2 / 2,3 = 0 Vênus
1 x 3 / 2,3 = 1 Terra
0.69 x 4 / 2,3 = 1.1 Marte
5.7 x 5 / 2,3 = 14 Júpiter
4.6 x 6 / 2,3 = 13 Saturno
2 x 7 / 2 ,3= 7 Urano
1.9 x 8 / 2,3 = 6 Netuno.
0.6 x 9 / 2,3 = 3 Plutão
N° de Satélites.
A progressão das distancia entre os satélites de Júpiter prova que eles tiveram uma origem progressiva, e se encontram em afastamento, se distanciando uns dos outros, e a sua órbita deve-se a sua origem e a sua energia, pelas sobras de energia liberada no espaço por Júpiter. E todos os seus fenômenos orbitais estão ligados a sua energia interna e recebida inicialmente da radiação de Júpiter, e varia progressivamente com o afastamento.
PROGRESSÃO DE DISTANCIA ENTRE OS MAIORES SATÉLITES DE JÚPITER.
Maiores 420.000 * 1.5 = 671.000 de Io a Europa.
Maiores 671.000 * 1.5 = 1.070.000 de Europa a Ganimedes
Maiores 1.070.00 * 1.5 = 1.884.000 de Ganimedes a Calisto
Maiores 1.884.000 Calisto
Os outros satélites.
11.470.000
11.700.000
11.900.000
21.200.000
22.500.000
22.500.000
23.400.000
23.600.000
Vê-se que o índice diminui em relação aos planetas, enquanto nos planetas é 1.6, nos satélites passa para menos de 1.5, por terem menos energia para a propagação do seu afastamento. Conseqüentemente com menos energia, os mais distantes já diminuem na mesma proporção toda a dinâmica, rotação, translação e afastamento. Enquanto vão perdendo o direcionamento da órbita e inclinação de rotação no espaço, tornando a órbita progressivamente irregular com a diminuição de energia.
Observação, em se tratando de cometas e asteróides o índice de progressão para afastamento diminui, e em relação às estrelas o índice aumenta.
PROGRESSÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO KM/S DOS SATÉLITES DE JÚPITER.
17.4 / 1.33 = 13.9 de Io a Europa
13.9 / 1.33= 10 de Europa a Ganimedes
10/ 1.33= 8 de Ganimedes a Calisto.
Ao se afastar o índice diminui.
Com isto o que faz um astro girar em torno de outro no centro e expandir é a sua energia interna e origem e não alguma força.
O afastamento e a origem provam-se pelo diâmetro dos satélites, e os quatro mais próximos de Júpiter são os maiores, provando que os mais distantes são menores por já terem entrado em desintegração, e há uma diferença de progressão dos quatro para os outros, provando que os quatro levaram mais tempo na sua formação. O mesmo acontece com os planetas, quando um planeta possui uma grande diferença de diâmetro há um salto enorme na progressão das distancia, da translação, rotação e excentricidade.
Aqui não foi considerado o satélite mais próximo de Júpiter que é o Amaltéia.
Como no caso de Júpiter e Saturno, isto acontece com os satélites dos outros planetas, e também nos cometas. Assim, planetas, satélites e cometas se originam do material de radiação, e o astro passa a ter um mínimo afastamento, translação, rotação, excentricidade; circularidade, inclinação e desintegração.
As outras teorias não dão conta da origem, rotação, desintegração, número de satélite e os saltos das progressões tanto nos planetas quanto nos satélites.
A ORIGEM
Com o cálculo da desintegração de planetas exteriores, afastamento, número de satélites, progressões, confirmamos a origem dos planetas por progressão e radiação como também a origem dos satélites e cometas.
O número de satélites primeiro é proporcional a distancia e a progressão de afastamento e depois ao diâmetro que representa a energia liberada no espaço. Por isso que os planetas exteriores possuem 15 vezes o número de satélites dos interiores.
O planeta mais distante levou mais tempo liberando energia no espaço, por isso que temos que ter a equação exposta acima.
Em cosmogenese se tem a origem dos secundários pela atmosfera, radiação e pacotes de energia.
Energia liberada + tempo desta liberação.
A radiação produz as fases das marés batendo direto sobre os oceanos.
PROGRESSÃO DA TRANSLAÇÃO ENTRE OS PLANETAS.
48 / 1.3 = 35 Mercúrio a Vênus
35/ 1.3 = 29 Vênus a Terra
29/ 1.3= 24 Terra a Marte
24/ 1.3= 18 Marte a Júpiter
18/ 1.3= 13 Júpiter a Saturno
13/ 1.3= 10 Saturno a Urano
10/ 1.3= 8 Urano a Netuno.
8 / 1.3 = 6.4 Netuno a Plutão
PROGRESSÃO DE EXPANSÃO NA INCLINAÇÃO ORBITAL.
Progressão dividida pelo diâmetro dividido por dois = INCLINAÇÃO.
1 / 0.67 = 1.4 Mercúrio
2 / 0.92 = 2 Vênus
Terra
4 / 0.69 = 5.7 Marte
5 / 5.7 = 0.8 Júpiter
6 / 4.6 = 1. Saturno
7 / 2 = 3.8 Urano
8 / 2 = 4 Netuno
9 / 0.6 = 15 Plutão.
PRINCÍPIO DA ESTABILIDADE PELA ENERGIA.
A inclinação segue a energia do astro, por isso que os maiores possuem menos inclinação, e nos mais distantes ela é maior.
O mesmo se sucede com a inclinação rotacional, onde os maiores e com mais rotação possuem menos rotação, temos aí o principio da estabilidade pela energia. O mesmo acontece com a excentricidade. Isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.
PROGRESSÃO DE VELOCIDADE TRANSLACIONAL POR SEGUNDOS PARA OS SATÉLITES.
Km/ segundos
17.4 / 1.33= 13.4 de Io a Europa
13.4/ 1.33= 10.3 de Europa a Ganimedes
10.3 / 1.33= 8 de Ganimedes a Calisto.
Para os satélites mais distantes e com menos energia pelo gasto durante a sua vida, esta progressão vai diminuindo.
Vê-se que o índice 1.33 é o mesmo usado para os satélites e planetas.
PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE E DA INVERSÃO.
Quanto maior o astro e mais a energia, maior será a sua dinâmica, e mais irregular será a dinâmica.
E quanto menor e menos energia, menor será a sua dinâmica e menos irregular será a sua órbita.
PROGRESSÃO DE DISTANCIAS EM km, PARA OS SATÉLITES DE JÚPITER.
420.000 * 1.5 = 650.000 km. de Io a Europa
650.000 * 1.5 = 1.070.000 de Europa a Ganimedes
1.070.000*1.5 = 1.800.00 de Ganimedes a Calisto
Progressão de rotação em horas
Terra = 24
42 x 2 = 84 de Io a Europa
84*2 = 168 de Europa a Ganimedes
168*2 = 336 de Ganimedes a Calisto.
Vemos que a progressão e o índice se mantêm, porém decresce nos mais distantes, confirmando a teoria da energeticidade e da origem pela radiação.
Os diâmetros dos satélites variam conforme o distanciamento, em que os maiores estão mais próximos e os menores mais distantes progressivamente. Confirmando a desintegração com o passar do tempo e gasto de energia.
A rotação e translação diminuem proporcionalmente, enquanto aumenta a progressão do afastamento.
O mesmo acontece com o diâmetro, excentricidade e a inclinação.
Os gases de Vênus darão origem a um satélite, enquanto os anéis de Saturno já estarão numa fase mais adiantada, onde os gases e a radiação se afastarão de toda a circunferência de seus primários.
Os anéis possuem velocidade de translação e afastamento, onde próximo ao Equador de Saturno surgirá um novo satélite com os gases que formam os anéis.
Os anéis de Saturno é uma prova da formação de satélites pela sobra de material da radiação de Saturno.
INCLINAÇÃO DOS SATÉLITES INTERIORES DE JÚPITER.
J. 1 – io 1 grau.
Europa 3 grau.
Ganimedes 2 grau.
Não está relacionado aqui o Amaltéia.
A rotação dos anéis de Saturno é uma prova da teoria das interações físicas e energia.
A inclinação e a excentricidade aumentam a proporção do afastamento, que é proporcional ao astro de origem (astro pai) e a sua densidade e diâmetro, como o diâmetro e desintegração são proporcional ao seu tempo de afastamento e radiação do astro pai. Pois o astro depende da quantidade de energia liberada do primário para ter como produzir todos os seus fenômenos e dinâmica.
Os fenômenos dos astros seguem este caminho; quanto mais distante já gastou mais energia e se desintegrou mais e é mais velho, logo tem menos radiação, conseqüentemente, possui menos dinâmica e afastamento, o fluxo de variações é menor, e as excentricidades e inclinações aumentam.
Logo, todos os fenômenos dos astros dependem da produção de energia deles.
A rotação, a translação e a circularidade diminui proporcionar à progressão do envelhecimento. Ou seja, depende da energia inicial e da energia processada.
As excentricidades dos satélites variam de 0.01 a 0.378, enquanto os cometas ficam na casa de 0.3 a 0.96, com isto constatamos que os cometas possuem menos energia e são mais irregulares, enquanto os satélites são maiores e possuem maiores potencia de energia, com isto são menos excêntricos na sua elipse.
Índice 0.133 / [densidade +diâmetro /2] / +progressão de afastamento *2 / 100 = excentricidade.
Io 0.138/ 0.33 + 0,002 / 100 = 0,0042
Europa 0.138 /0,23 + 0,004 / 100 = 0,005
Ganimedes 0,138/0,23+0,006 100= 0,005.
A progressão da excentricidade é crescente.
CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE POR AFASTAMENTO PARA OS COMETAS.
Os cometas de períodos mais longos, como o Halley e o Crommelin são os que possuem a maior excentricidade, menor circularidade e a maior inclinação. Com isto se vêem que a progressão está presente também nos cometas e que eles são os com menos energia, logo os mais velhos e com menos energia, por isso que eles estão desenvolvendo uma excentricidade e inclinação maior.
Índice 0.138 / densidade +diâmetro /2 + progressão de expansão pelo afastamento / índice
0.138 / (D.D/ ( 2)+ (progressão de expansão + ( 0.002) = excentricidade.
Oterma 0.24
Crommelim 0.91
Giacobini-zinner 0.7
Halley 0.96
Wippley 0.26
Eneckr 0.86
Borelly 0.62
Tempel2 0.54
Tempel1 0.52
Perine-mrkos 0.63
Temple-swilft 0.53
Kopff 0.54
Wild-2 0.54
Faye 0.57.
Isso tudo é para provar a teoria da energeticidade e radiação.
Vemos que os com maior excentricidade e inclinação são os dois de maior período, ou seja, os mais velhos e mais distantes. Que é o Halley e o Crommelim.
A PROGRESSÃO DE AFASTAMENTO NOS COMETAS ENCONTRA-SE NOS SEUS PERÍODOS DE ANOS.
Vemos que a excentricidade dos cometas também obedece à densidade + diâmetro / 2, e o índice de afastamento, ou seja, do gasto de energia por processos físicos.
PRINCÍPIO DO FLUXO VARIADO.
Nos cometas o fluxo de variação na dinâmica, afastamento, período em anos, órbita e outros fenômenos possuem melhores condições de ser observado por causa de mudanças de datas nas aparições próximo da Terra.
ROTAÇÃO DOS PLANETAS POR PROGRESSÃO EM RELAÇÃO A TERRA.
Diâmetro +2 / por progressão = rotação.
1+2/3=1 Terra
0.6+2/4=0.9 Marte
11+2 /5=2.6 Júpiter
9+2/ 6= 1.8 Saturno.
3.9+2/7=0.84 Urano
3.9 +2/8=0.73 Netuno
0.5 +2/9 =0.27 Plutão - 24/0.27= 88 horas.
Como referencia a Terra igual a 24 horas.
ANALISANDO A ROTAÇÃO DE DOIS EM DOIS.
Se analisar os planetas de dois em dois, veremos que Mercúrio e Vênus possuem uma rotação acima de 1.400 horas, pois possuem uma uniformidade e imensa radiação em toda superfície. Enquanto a Terra e Marte por serem produzidos com pouca diferença de tempo e diâmetro aproximado produzem uma rotação de 24 horas, já Júpiter e Saturno por terem quase o mesmo diâmetro e uma idade próxima produzem uma rotação aproximada de 10 horas, enquanto Urano e Netuno com quase o mesmo diâmetro e tempo de vida produzem uma rotação aproximada de 13 horas, já Plutão por ser menor e ter mais tempo de vida produz uma rotação de 150 horas.
CÁLCULO PARA GRANDES SATÉLITES
CÁLCULO DE NÚMERO DE GRANDES SATÉLITES DOS PLANETAS.
Através deste cálculo é possível calcular a existência de grandes satélites no sistema planetário solar.
Diâmetro + densidade / 2 / pelo índice dois.
D.D 2 /2= Nº. de grandes satélites.
Júpiter- 5.7 / 2 = 2.7 possui três satélites grandes.
Saturno 4.6 / 2 = 2.3 possui três satélites grandes.
Urano- 2 / 2 = 1 possui um satélite grande.
Netuno 2/2 = 1 possui um satélite grande.
Observação; Este resultado se aproxima do que foi observado até hoje por telescópico.
Prova-se que a energia se desintegra através de seus processos como forma de radiação, produzindo novos astros e seus fenômenos.
E os astros tendem a desintegrar por radiação conforme a energia processada, levando-os a diminuir o diâmetro, e toda a dinâmica.
Isto se confirma com o tamanho, atmosfera, radiação, temperatura externa, atividades tectônicas, desintegração, dinâmicas e afastamento, e fluxo de variações dos fenômenos.
CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE.
A teoria da energia e radiação fundamenta os gases de Saturno, a origem dos satélites e a progressão de todos os fenômenos e órbitas.
A teoria por ela mesma consegue responder a origem dos astros, os seus fenômenos, e o seu futuro, porque as órbitas são variáveis, e os maiores planetas possuem o maior número de satélites. Nisto vemos que a energia e as interações físicas produzem radiação e a radiação origina os astros, e juntos produzem todos os outros fenômenos e suas variações.
Os planetas passam por fases: a de alta temperatura, a de radiação, a de fusão, a de gases, as de variações e a de estabilidade.
30 PONTOS FUNDAMENTADOS EM QUE SE PODE PROVAR MATEMATICAMENTE PELA TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO, DIÂMETRO +1/2, E PELA PROGRESSÃO DO AFASTAMENTO.
1 -Origem pela radiação - vemos na progressão do afastamento e no número de satélites por densidade e diâmetro do planeta.
2 - Na relação diâmetro-densidade em relação da progressão das distancia entre os planetas.
3 - Em relação à desintegração entre os planetas exteriores, vemos que o diâmetro decresce progressivamente.
4 - Relação órbita posicional e desintegração. As órbitas aumentam em distancia conforme o seu diâmetro-densidade, e isso são constatados nos planetas exteriores e nos satélites.
5 - afastamento progressivo e decréscimo com progressão de velocidade de translação.
6 - Distancia como afastamento progressivo.
7 - Expansão e órbita fluxonária.
8 - Translação variável e decrescente por perca de energia, impulso e desintegração.
9 - Rotação por densidade-diâmetro e distanciamento.
10 - Número de satélites por radiação e densidade-diâmetro.
11- Origem de satélites por radiação.
12 - Circularidade por densidade-diâmetro e progressão.
13 - Excentricidade.
14 - Inclinação de órbitas.
15 - Aumento de velocidade de translação pelo periélio e radiação.
16 - Cálculo de velocidade de translação por energia e radiação.
17 - Órbitas progressivas.
18 - Progressão de decréscimo de desintegração nos planetas exteriores.
19 - Tamanho de planetas exteriores pela progressão de afastamento.
20 - Tamanho de satélites.
21 - Inclinação axial dos planetas.
22 - Variações de órbitas posição, tamanho, forma e dinâmica.
23 - Órbitas fluxonária.
24 – atmosfera.
25 - atividades tectônicas, correntes marinhas, e marés.
26 – evolução de elementos químicos.
27- fusões, fissões, decaimentos, número atômico, abundancia de elementos químicos.
28 – saltos de elétrons e salto quântico.
29 – energia de ligação e pulso quântico.
30 – dilatação, pressão de gases, acréscimo de dinâmica de partículas, spin, e outros.
CIRCULARIDADE E EXCENTRICIDADE.
Os planetas, satélites e cometas tendem a produzir círculos imperfeitos conforme o seu afastamento e densidade-diâmetro.
Os movimentos dos planetas são por natureza e por essência circular e quanto maior o planeta maior será sua circularidade e quanto menor o astro maior será sua excentricidade. Ou seja, a natureza da dinâmica é circular e não retilínea.
A excentricidade depende da energia e da uniformidade da distribuição da radiação na atmosfera, por isto que planetas como Mercúrio possui grande excentricidade, pois a distribuição de radiação é uniforme em toda superfície.
Índice 0.14 / [por densidade+diâmetro/2]+ (expansão x 0.002)= excentricidade.
Mercúrio - 0.14 / 0.67 + (1 x 0.002) =0.210 de excentricidade.
Vênus 0.14 / 0.96 +[ 2*0,002] = 0.14
Terra 0.14 / 1 + [ 3*0,002] = 0.14
Marte 0.14 / 0.7 + [ 4*0,002] = 0.1
Júpiter 0.14 / 5.7 + [ 5 *0.002] = 0.024
Saturno 0.14 / 4.6 [6 *0.002] = 0.035
Urano 0.14/ 2 + [7 *0.002] = 0.07
Netuno 0.14 / 1.9 [8 *0.002] = 0.0.7
Plutão 0.14 / 0.6 + [9 x 0.002=0.018] = 0.251
A órbita é produto da energia e radiação que começou na origem, pois depende da quantidade de energia que recebeu do primário para desenvolver toda dinâmica e fenômenos.
ORIGEM, AFASTAMENTO E ÓRBITA POR AFASTAMENTO E POR IMPULSO DE RADIAÇÃO.
A órbita e a velocidade. Tem a ver com o tempo de origem + densidade e diâmetro.
A prova da origem pelo material da radiação e o afastamento pela energia e pelo impulso da radiação é que os astros se posicionam a uma distancia de progressão de um em relação ao outro.
A prova da órbita distancial se vê pela progressão tanto da distancia quanto na velocidade de translação, como também na progressão do diâmetro dos planetas exteriores.
Assim concluímos uma só teoria para responder a origem, a distancia, o afastamento, as progressões, toda dinâmica, o número de satélites e demais fenômenos.
PROGRESSÃO DE DESINTEGRAÇÃO DOS PLANETAS EXTERIORES.
Todos os planetas possuem um desgaste pela material lançado no espaço, ou seja, eles se desintegram, e isto se constata em relação à progressão do seu diâmetro e de sua densidade.
Júpiter 5.7 / 2 = 2.85
Saturno 4.6 /2 = 2.3
Urano 2 / 2 = 1
Netuno 1.9 / 2 = 1
Plutão 0.6 / 2 = 0.3
Dos valores de um planeta acha-se a progressão, e os valores do outro.
PROGRESSÕES DAS DISTANCIA EM RELAÇÃO À TERRA COM VALOR UM.
Vê-se que o afastamento que produz a distancia também segue uma progressão.
CÁLCULO DA PROGRESSÃO DA DISTANCIA.
De Plutão a Netuno 40 / 1.4 = 28,5
Net. a urano 28.5 / 1.4 = 20.5
Urano a Saturno 20.5 /1.4 = 14.5
Saturno a Júpiter 14.5 /1.4 = 10.4
Júpiter a Marte 10.4/ 1.4 = 7.4
De Júpiter a Marte 7.4/ 1.4 = 5.3
De Marte a Terra 1.7/ 1.4 = 1
Da Terra a Vênus 1 / 1.4 = 0.7
De Vênus a Mercúrio 0.7/ 1.4 = 0.4
A progressão entre Júpiter e Marte tem uma variação por ter Júpiter muito maior diâmetro, onde se tem mais energia o que o possibilitou de produzir um maior afastamento.
Pela diferença de diâmetro entre Júpiter e Marte, vemos que Júpiter teve mais energia para romper a progressão e se afastar mais rápido, por isto que a progressão se repete duas vezes entre eles.
E confirma-se pela experiência que Plutão possui cem vezes o distancia em relação ao Sol, do que Mercúrio.
CÁLCULO DE PROGRESSÕES DE TRANSLAÇÃO.
Mercúrio a Vênus 48 / 1.3 = 36 Vênus.
36 / 1.3 = 28 Terra
28 / 1.3 = 22 Marte
22 / 1.3 = 17 Júpiter
17 / 1.3 = 13 Saturno
13 / 1.3 = 8 Urano
8 / 1.3 = 6 Netuno
6 / 1.3 = 5 Plutão
Considerando que 1,3 é um resultado de radiação produzido pela energia do Sol.
Júpiter e Saturno possuem a maior quantidade de densidade e diâmetro e por isso que existe uma diferença de progressão das distancias deles entre seus vizinhos.
Com isso concluímos:
1. Que os planetas se originam do Sol, e os satélites dos planetas.
2. Os astros se afastam do Sol conforme a sua energia.
3. Que suas distancias orbitais são mantidas pelo seu afastamento.
4. Que sua translação se origina pela energia e radiação que os originou.
5. Que a translação diminui com o tempo e a desintegração.
6. Que a rotação, circularidade e inclinação são produzidas por interações físicas e energia.
7. Que a intensidade de suas interações física e produção de energia é determinada pela densidade + diâmetro /2, ou diâmetro +1 /2.
8. Que o universo produz a dinâmica, que é variável com o tempo, e se encontra numa eterna construção.
PROGRESSÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO.
48 /1.33 = 36 de Mercúrio a Vênus
36/ 1.33 = 28 Terra
28 / 1.33 = 21 Marte
21 / 1.33 = 16 Júpiter
16 / 1.33 = 12 Saturno
12/ 1.33 = 9 Urano
9 / 1.33 = 7 Netuno
7 1.33 = 5 Plutão.
A LUA
A Lua possui a velocidade de translação 1.03 km/s por possuir um planeta de origem muito pequeno.
A rotação da Lua é de 354 horas em relação à Terra, ou seja, obedece também o astro de origem. Por ser construído com pouco material e conseqüentemente ter pouca energia se processando.
COMETAS.
Os cometas foram originados pelo Sol, por isso que possuem uma excentricidade e inclinação tão alta. E aumenta à proporção que aumenta o seu afastamento, ou período em anos.
A excentricidade, inclinação e rotação dos cometas obedecem ao seu período em anos, ou seja, quanto mais distante, maior e a excentricidade, inclinação e menor a rotação e translação dos cometas.
0.138 / [densidade + diâmetro 2] + 0.002 x período em anos = excentricidade).
Oterma [ 0.138/ 0.4 ]+[ 0.02 x 19.4 ]= 0.7
Crommelin [0.138 / 0.4 ]+[ 0.02 x 27.4] = 0.888
Giacobini-ziner [0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 6.59 ]= 0.47
Halley [ 0.138/ 0.4 ]+[ 0.02 x 76.0] = 1.8
Wyple [ 0.138 / 0.4 ]+[ 0.02 x 8.49] = 0.5
Eneme [ 0.138/ 0.4 ]+ [0.02 x 3.29] = 0.4
Borelly [ 0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 6.86] = 0.5
Tempel 2 [0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 5.29] = 0.5
Tempel 1 [ 0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 5.50] = 0.52
D'arresi [0.138 / o.4 ]+ [0.02 x 6.39 ]= 0.6
0.133 é um valor encontra para radiação pela produção de energia nos planetas. E aqui o resultado se confirma com a realidade.
Toda teoria da energeticidade e radiação se confirma também nos cometas, pois Halley e Crommelin são os com períodos maiores em anos e com as maiores excentricidade e inclinação orbital.
Com o período longo, a excentricidade também e maior.
A origem dos cometas ocorreu a partir do Sol por isso que é mantida uma excentricidade tão alta e proporcional ao período.
A inclinação também obedece ao período, pois se multiplicarmos dois x numero de período de anos, será encontrado a inclinação da maioria dos cometas.
INCLINAÇÃO DA ÓRBITA DOS COMETAS.
Multiplica por dois o período em anos do cometa, que será encontrado a inclinação.
Exemplo.
Halley = 76 anos de período * 2 = inclinação =152 graus.
O mesmo segue para todos os outros cometas, e isto é mais uma prova da teoria da energeticidade e radiação, e a irregularidade pelo envelhecimento, ou pode ser também pelo afastamento.
Tempel 1 – 5 anos * 2 = inclinação 10 graus.
Tempel 2 – 6 anos * 2 = inclinação 12 graus.
Crommelin – 27 anos * 2 = inclinação de 54 graus.
Para nem todos é exato, mas se aproxima da realidade e da progressão, onde os mais distantes são os mais irregulares.
COMPROVAÇÃO DO FLUXO E DO AFASTAMENTO ATRAVÉS DE HALLEY
Constata-se e comprova-se a teoria das interações, energia, afastamento e radiação através das irregularidades nos períodos do cometa Halley. O período de Halley aumenta e diminui a cada 500 anos em que já foi de 74 anos a 78 anos aumentando e diminuindo fluxonariamente. Porém em outros cometas e astros essa variação ocorre em diferenças de segundos de um período para outro, que parece ser pouco, porém é o que determina a órbita e a posição dos astros no espaço.
O afastamento e a diminuição de energia aumentam a excentricidade e a inclinação, e diminui a circularidade e a translação.
A flexibilidade da expansão ocorre principalmente porque o periélio aumenta diminuindo no afélio e depois o periélio volta a aumentar diminuindo no afélio, aonde se tem um fluxo, assim a translação, a distancia, os períodos e demais fenômenos produzem um fluxo crescente e decrescente.
Halley manteve esta flexibilidade constatada nas últimas 20 aparições.
A flexibilidade do período se dá em razão do aumento da excentricidade pelo comando do astro com menos energia.
O afastamento nos cometas é mais acentuada no afélio do que no periélio, por serem astros miúdos em relação aos planetas, por isso que suas excentricidades são tão acentuadas, pois possui menos energia e passa a ter uma órbita menos perfeita.
A IDADE DOS COMETAS
Pode-se calcular a idade de um cometa através do seu período e do seu periélio, ou seja, Halley tem a tendência de se tornar um cometa de período longo e periélio maior. Logo, Halley é um cometa velho e com pouca energia para produzir a dinâmica.
Por aqui vemos que a translação depende da energia, d radiação, da densidade, diâmetro, e temperatura externa recebida pelo astro de origem.
Provas contundentes da origem dos astros por matéria de radiação e de suas órbitas por impulso de radiação.
1- a - Alto índice de radiação do Sol.
1. b - Anéis de Saturno
2. Flexibilidade e afastamento de Halley
3. Inclinação de menos de 45º para planetas, cometas e satélites. Provando que não estão espalhados aleatoriamente no espaço.
4. Aumento de expansão e inclinação com a expansão.
5. Progressão com a distância e translação.
6. Diminuição da rotação e translação com a distância e gasto de energia, tornando o planeta com menos comando.
7. Satélites que povoam progressivamente o planeta que o produziu.
8. Numero de satélites pela energia, radiação, densidade, diâmetro e afastamento.
9. Movimento de translação de circularidade de satélites em relação ao Sol.
10. Elementos químicos mais pesados e em maior abundancia no centro do astro.
11. Satélites menores proporcionalmente aos astros de origem.
12. As camadas da estrutura interna da Terra.
13. A abundancia dos elementos químicos, os mais pesados são menos abundantes.
14. Os vulcões são prova de radiação da Terra e de que todos os astros possuem radiação própria.
15. A radiação do Sol com altas tochas de fogo expelidas no espaço, onde matérias são também expelidas.
16. A existência de meteoros e cometas vagando no espaço, uns aumentando as suas órbitas e outros diminuindo as suas órbitas, e que são materiais expelidos por radiação no espaço, onde passam a produzir órbitas.
17 – a desintegração dos planetas, satélites e cometas.
18 – atmosfera e correntes marinhas.
19 – com a rotação e o afastamento prova-se que o movimento é próprio do astro, e não depende de outro, ou ação de força para se movimentar no espaço.
20- Acréscimo de dinâmica aleatória nos gases quando sob pressão ou acréscimo de temperatura.
21- logo, o movimento é próprio e é produzido pela energia do astro.
TRÊS COMPONENTES DA ORIGEM, ÓRBITA E DINÂMICA DOS ASTROS.
O de origem (pela energia do astro que o produziu).
O de impulso inicial na origem e progressão de afastamento.
O de energia interna (interações físicas), que é representado pela densidade e diâmetro.
ROTAÇÃO.
Rotação dos planetas em relação à densidade + diâmetro / 2, em relação ao numero de giro da Terra. Considerando o afastamento progressivo dividido por dez.
Progressão /10 *2+[ Densidade-diâmetro / 2] / pelo índice 2.3
M = 0,9*2+ [0.685] /2.3 = 1 Mercúrio
V = 0,8*2+ 0.915 /2.3 = 1 Vênus
T = 0,7*2+ 1.0 / 2.3 = 1 Terra
M = 0,6*2+ 0.625 / 2.3 = 0.78 Marte
J = 0,5*2+ 5.72 / 2.3 = 2.52. Júpiter
S = 0,4*2+ 4.815 / 2.3 = 2.1 Saturno
U = 0,3*2+ 1.915 / 2.3 = 0.84 Urano
N = 0,2*2+ 1.9 / 2.3 = 0.82 Netuno.
P= 0,1*2+ 0.6 / 2.3 = 0.26 Plutão
OBSERVAÇÃO. Se houver alguma dúvida quanto à densidade é só usar o índice um no lugar da densidade, ficando diâmetro +1 /2.
A referência é a Terra que é o valor de giro, ou 24 Horas.
Através desses cálculos temos as maiores aproximações de rotação, excentricidade e inclinação.
Nos planetas exteriores se vê que a rotação tende a decrescer, como decresce o diâmetro do astro, ou seja, também a sua energia e a quantidade de radiação. Logo, a rotação não está relacionada com o achatamento, mas sim com a radiação e energia.
CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE DA ELIPSE.
Índice 0.148 dividido pela densidade + diâmetro /2.
O índice 0.148 é encontrado através da radiação do Sol.
Índice dividido pela densidade + diâmetro /2 = excentricidade da elipse.
Mercúrio 0.148 / 0.685 = 0.216.
Vênus 0.148 / 0.915 = 0.16.
Terra 0.148/ 1.0 = 0.148
Marte 0.148 / 0.625 = 0.236.
Júpiter 0.148 / 5.72 = 0.026
Saturno 0.148 / 4.815 = 0.0308
Urano 0.148/ 1.915 = 0.082
Netuno 0.148 / 1.9 = 0.077
Plutão 0.148/ 0.6 = 0.247
Quanto menor e mais distantes do primário, conseqüentemente com menos energia, maior será a excentricidade e inclinação, ou seja, a energia decresce, diminuindo o comando e quantidade de fenômenos, como, dinâmica, atmosfera, atividades tectônicas, radiação e desintegração.
CÁLCULO DE INCLINAÇÃO ORBITAL ATRAVÉS DA MÉDIA DE DENSIDADE E DIÂMETRO.
Índice 9 + progressão /10 / [do diâmetro +densidade/2].
M 9.1/ 0.685 = 13
V 9.2/ 0.915 = 10
T 9.3 / 1 = 9.3
M 9.4 / 0.625 = 15
J 9.5 / 5.72 1.6
S 9 .6/ 4.815 = 2
U 9 .7/ 1.915 = 5
N 9 .8/ 1.90 = 5.1
P 9 .9/ 0.6 = 16.5
CÁLCULO DE INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO. CÁLCULO APROXIMADO.
1*5 / 0.685 = 7.4 MERCÚRIO
2*5 / 0.915 = 10.9 VÊNUS
3*5 / = 15 TERRA
4*5 / 0.625 = 30 MARTE
5*5 / 5.72 3.7 JÚPITER.
6*5 / 4.815 = 6.2 SATURNO
7*5 / 1.915 = 18.4 URANO
8*5 / 1.9 = 21 SATURNO
9*5 / 0.6 = 75 PLUTÃO
CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO PELA RADIAÇÃO SOLAR.
Radiação solar x distancia x índice x N° de voltas
Mercúrio 390 x 57.910.000 x 0.01581034 = velocidade orbital média x 4.152 = 1.483.814.955
Vênus 390 x 128.200.000 x 0.01581034 x 1.374 = 1.085.136.490
Terra 390 x 149.600.000 x 0.01581034 x 1 = 922.284.000
Marte 390 x 227.940.000 x 0.01581034 x 0.532 = 747.834.000
Obs. Estes resultados batem exatamente para todos os planetas, e cometas.
Vemos que o universo entra numa produção de novos astros e se afastam uns dos outros.
VT = velocidade orbital média.
O número de voltas diminui na equação conforme vai diminuindo a translação.
TEMPO DE FORMAÇÃO DOS PLANETAS EM ANOS.
Para se calcular o tempo de formação de um planeta deve-se levar em canta todas as fases, da radiação e gases até o planeta pronto e esférico, depois calcular o tempo de distanciamento do primeiro ao último. Com isto veremos que o sistema solar possui bilhões de anos.
FLUXO NAS ÓRBITAS DOS COMETAS.
Existe uma variação no periélio dos cometas.
Esta variação é registrada em aparecimento de sete em sete períodos, quando os mesmos se aproximam da Terra, com isto vemos que há períodos longos, outros curtos, uns mais próximos, outros distantes, assim com isto se conclui que a translação, a rotação, as órbitas, mantém um fluxo mais longo, ou menos curto, porém esta variação é ínfima, onde mantém um pequeno e crescente afastamento.
Vemos nos cometas a ação da radiação solar, pois por serem menores possuem uma excentricidade maior, e que Júpiter possui a menor excentricidade do sistema por ser o maior astro.
Vemos também que a Lua foi produzida pela Terra por que a sua velocidade é um km por segundo em relação à Terra, pois recebeu pouca quantidade de energia para sua formação, por isto também a sua rotação é mínima, pois acompanha os valores de processamento de energia e radiação da sua estrutura física. Porém, se fosse produzida pelo Sol a sua translação e rotação seriam maiores.
E se a gravitação tivesse alguma ação sobre as órbitas dos astros, as órbitas seriam distorcidas quando próximas do Sol. Pois acontece o contrário os astros menores e mais distantes tem as órbitas mais alongadas, provando que a energia de cada um determina a órbita.
A radiação e produzida pelas interações físicas na produção de energia no interior do astro.
CONCLUSÃO.
Assim, os astros são regidos por.
1 – Produção da radiação, e impulsão da mesma radiação.
2 - Afastamento progressivo, e órbita progressiva pela energia recebida.
3 - Energia interna e densidade + diâmetro /2 que age também sobre a órbita e fenômenos.
4 – Os astros estão soltos no espaço e não presos por qualquer tipo de campo.
5- Possuem dinâmica própria pela impulsão inicial e energia interna.
6 – Se algum campo tivesse tamanha força para reger a órbita de planetas tão distantes, não deixaria o calor e a radiação sair do seu corpo. Pois o Sol afasta os planetas e não os atrai. A energia e a radiação produzem as órbitas, dinâmica e o afastamento dos astros, e marca a distancia crescente entre eles.
ASTERÓIDES.
Vemos que o asteróide que circundam um planeta, satélite ou estrela, varia em quantidade, tamanho, formato, órbita, dinâmica, afastamento, radiação, que é conforme a densidade e diâmetro do próprio astro circundado pelo asteróide. Assim, o primário que produz o asteróide, determina no secundário a quantidade e intensidade de seus fenômenos, pois o secundário terá uma quantidade de energia se processando conforme do que recebeu do primário. Exemplo, o Sol pode produzir astros maiores e com mais energia, Júpiter um pouco menos e a Terra menos ainda onde esta energia que vai determinar os fenômenos.
Ou seja, quanto maior em diâmetro e densidade o astro originador, e quanto mais próximo for o asteróide do primário. E levando em conta a densidade e diâmetro do asteróide, maior será a quantidade de asteróides, maiores os tamanhos e com formato irregular, órbita com inclinação, excentricidade e translação irregular, rotação, radiação mais intensa e maior o achatamento.
Vemos que Júpiter é o que possui maior quantidade de asteróides, com isto concluímos que a teoria da origem pelas interações físicas e radiação, e que os astros se encontram em afastamento pela radiação e temperatura, e não sendo atraídos por campos responsáveis pelas suas órbitas.
Se estiverem se afastando não podem estar sendo atraídos. E isto contradiz completamente a teoria da gravitação. Por isso que estão inventando a matéria escura.
Vemos que os asteróides são irregulares e pequenos e sempre mais próximos do primário, com isto confirmamos a teoria da energeticidade de que os astros estão em formação pelo material da radiação do originador, e que astros com esfericidade quase perfeita e mais próximo do primário são mais novos e com mais energia do que um distante.
Ver cinturão de asteróides de Júpiter.
RADIAÇÃO.
A radiação de um astro pode ser medida pela densidade e diâmetro do primário e a densidade e diâmetro do secundário com o afastamento do secundário, pois com o afastamento é possível calcular o tempo de vida do astro.
Com a densidade e diâmetro é possível calcular as interações físicas no interior do astro, e conseqüentemente a sua radiação e a própria temperatura produzida pelo astro.
PROVA DA TEORIA.
SOBRE A DENSIDADE DOS PLANETAS E SEU RELEVO.
A proporção que o planeta se afasta, ele fica menos denso progressivamente em relação ao afastamento.
Todo astro mais distante do primário possui menos energia do que receberam na formação, com isso os seus fenômenos são menos intensos, e o relevo tende a ser mais plano, pois as atividades tectônicas diminuem com o decréscimo de produção de energia.
CÁLCULO PARA DENSIDADE E RELEVO DOS PLANETAS.
Considerando o relevo do planeta Terra com índice um, se o índice aumentar o relevo será aumentado em relação à Terra.
Índice de afastamento + 3 /dividido pelo índice 10.
Mercúrio = 9 +3 /10 = 1,2
Vênus = 8+ 3 /10 = 1,1
Terra = 7+3 /10 = 1,0
Marte = 6 +3 /10 = 0,9
Júpiter = 5+3 / 10 = 0,8
Saturno = 4+3 / 10 = 0,7
Netuno = 3+3 / 10 = 0,6
Urano = 2 +3 /10 = 0,5
Plutão = 1 +3 / 10 = 0,4
Para altitudes e depressões a Terra possui índice um.
A variação no relevo como depressão ou elevação também acompanha o cálculo para a densidade, ou seja, quanto mais distante os planetas menos relevo possui. Ou seja, menos depressões e montanhas.
Esta proporção decrescente já foi confirmada por telescópio nos satélites de Júpiter. Aí está mais uma prova da teoria da energeticidade e radiação.
SOBRE O RELEVO DOS PLANETAS.
À proporção que o planeta se afasta a depressão na crosta diminui em tamanho e profundidade, enquanto as elevações também diminuem progressivamente. Em que se tem como base o relevo da Terra em altitude e depressão.
É possível calcular as atividades tectônicas dos planetas, levando em consideração a Terra com índice um.
Vemos que os planetas de Mercúrio até Júpiter possuem atividade tectônica. Inclusive um satélite de Júpiter já foi fotografado intensa atividade tectônica.
Maior afastamento = maior depressão = menos elevações.
SOBRE PLANETAS ALÉM DE PLUTÃO NO SISTEMA SOLAR.
Se for encontrado um planeta além de Plutão deverá estar a uma distancia duas vezes do que entre Plutão e Urano, com um diâmetro de 0,3 em relação à Terra, uma velocidade translacional de três km/segundo, uma excentricidade de 0,260. E uma inclinação de 22 graus, e a densidade de 0,3 em relação à Terra. E um relevo 0.13 em relação à terra.
Obs. Este cálculo segue na mesma proporção para outros planetas e consecutivamente se forem encontrados novos planetas no sistema solar.
Os resultados se confirmam com as observações astronômicas até hoje experimentadas.
OUTROS CÁLCULOS PARA A ROTAÇÃO EM RELAÇÃO À TERRA.
Diâmetro / progressão – 2 = rotação.
Rotação vezes a rotação da Terra.
Terra 1 / 3-2 = 1
Marte 0.7/ 4-2 = 0.36
Júpiter - 11 / 5-2 = 3.6
Saturno - 9 6-2 = 2.2
Urano 4 7-2 = 0.8
Netuno 4 / 8-2 = 0.66
Plutão - 0.5 / 9 -2 = 0.07
Mercúrio e Vênus não acompanham este caminho para se encontrar a rotação.
A irregularidade da elipse e da inclinação está diretamente ligada à energia do astro e a sua rotação. Todo astro grande possui grande rotação e pouca irregularidade na sua elipse e inclinação, isso confirmamos com Saturno e Júpiter, por outro lado Mercúrio, Plutão, os satélites e cometas possuem uma grande elipse e pouca rotação. O grande astro passa a ter domínio sobre a circularidade de sua órbita, enquanto com menos energia diminui a rotação e as irregularidades aumentam.
É como um pião que no inicio com muita energia desenvolve um grande rotação e possui um movimento sem descambar para os lados, ao diminuir a energia diminui também a rotação e as irregularidades aumentam. Ou seja, o produtor e determinante dos fenômenos é a própria produção de energia do astro.
RELAÇÃO ENTRE EXCENTRICIDADE DA ÓRBITA E ROTAÇÃO.
Horas * índice 0.002 = excentricidade.
Terra 24 * 0.002 = 0.048
Marte 25 * 0.002 = 0.05
Júpiter 11 * 0.002 = 0.022
Saturno 9 * 0.002 = 0.018
Urano 16 * 0.002 = 0.032
Netuno 20 * 0.002 = 0.04
Plutão 150 * 0.002 = 0.3
Ou seja, quanto mais rápido rotacionalmente menor a excentricidade e a inclinação. Pois não era para ser diferente por que os menores e mais distantes possuem menos energia, conseqüentemente menos dinâmica e maiores irregularidades na órbita.
RELAÇÃO ENTRE INCLINAÇÃO DA ÓRBITA E ROTAÇÃO.
Terra 24 horas.
Marte 25 horas * 0.12 = 3.0
Júpiter 9 horas * 0.12 = 1.08
Saturno 11 horas * 0.12 = 1.33
Urano 16 horas * 0.12 = 1.9
Netuno 20 * 0.12 = 2.4
Plutão 150 * 0.12 = 18
CÁLCULO DE ROTAÇÃO.
Cálculo de rotação a partir do diâmetro, somado com o índice quatro, e dividido por dois, e o resultado volta a dividir por 2.5.
Diâmetro +índice 4 /2.5 = rotação.
Terra 1+4/2= 2.5 / [2.5] = 1
Marte 0.5+4/2= 2.25 / [2.5] = 0.9
Júpiter 11+4/2= 7.5 / [2.5 ]= 3
Saturno 9+4/2 = 6.5 / [2.5 ]= 2.6
Urano 4 +4/2 = / [2.5] = 1.6
Netuno 3.9 +4/2 = 3.9 / [2.5]= 1.6
Plutão 0.5+ 4/2 = 2.25/ [2.5] = 0.9
Aqui não foi feito para Mercúrio e Vênus, pois ainda estão com uma intensa quantidade de radiação sobre todas suas superfícies.
Ao se afastar, os mais distantes são os mais velhos progressivamente, e com menos energia, pois teve mais tempo processando e gastando, mesmo os que foram forjados no turbilhão de energia, e a sua dinâmica e afastamento também vão progressivamente decrescendo.
O Sol, Mercúrio, Vênus e o Amaltéia possuem pouca rotação por estarem expelindo radiação térmica para todos os lados.
Temos três fases energéticas nos planetas, que são com muita energia no inicio, com produção média de energia no meio da vida, e pouca energia no final, isto vai alterando progressivamente todos os fenômenos, dinâmica e órbita dos astros.
Confirmam-se pelas últimas imagens do telescópio que o relevo dos satélites de Júpiter decresce em altitude do primeiro ao último, e provavelmente as suas atividades térmicas também, pois o agente principal da variação de relevo são as atividades térmicas e tectônicas. Logo, decrescendo a energia, decrescem todos os fenômenos, diminuindo o relevo, clima e atmosfera.
VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DO PLANETA POR TEMPERATURA EXTERNA DO SOL.
Temp. externa do Sol * distancia média * índice =0.001121 * número de Voltas * [1 +excentricidade *0.3] = velocidade de translação no periélio.
Temperatura externa do Sol* distancia média * índice * numero de voltas. * [1+ excentricidade *0.3] =velocidade de translação VT do periélio.
Mercúrio .
5.500 *57.910.000 * 0.001121 * 4.152 * [ 1+ excentr. *0.3 =1.0618] = 157.551.719.
Vênus - 5.500 * 128.200.000 * 0.001121 * 1.374 * [1+ excentr. 0.3=1.002 ] = 1.087.415.277
Terra - 5.500 * 149.000.000 * 0.001121 * 1 * 1.0051 = 926.987.648.
Marte - 5.500 * 227.940.000 * 0.001121 * 0.532 * 1.0279 do periélio = 768;698.568.
Júpiter - 5.500 * 778.330.000 * 0.001121 * 0.0842 * 1.0147 = 410.511.090.
Saturno - 5.500 * 1.426.980.000* 0.001121 * 0.03394 * 1.0168 = 303.637.832.
Urano - 5.500 * 2.870.990.000 * 0.001121 * 0.0119 * 1.0141 = 201.081.832.
Netuno - 5.500 * 4.497.070.000 * 0.001121 * 0.006.8 * 1.0027 = 168.661.000
Plutão - 5.500 * 5.913.520.000 * 0.001121 * 0.00402 * 1.0738 = 136.741.127 velocidade de translação no Periélio.
Cálculo da velocidade de translação no periélio do cometa Halley.
Temperatura externa do Sol * distancia * índice * número de voltas em relação à Terra * [ 1 + excentricidade *0.3]
5.500* 2.670.000.000 * 0.001121 * 0.01312 * 1.291 = 278.830.090 = velocidade de translação do Halley.
CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE DAS ÓRBITAS EM RELAÇÃO À TEMPERATURA EXTERNA DO SOL.
Temperatura externa do Sol. [distancia máxima – mínima / máxima] * índice=0.00011 = excentricidade.
Mercúrio – 5.500 * 0.34042 * 0.00011 = 0.206 graus.
Vênus - 5.500 * 0.013888 * 0.00011 = 0.008
Terra - 5.500 * 0.039215 * 0.00011 = 0.023
Marte - 5.500 *0.01626 * 0.00011 = 0.098
Júpiter - 5.500 * 0.0917 * 0.00011 = 0.055
Saturno - 5.500 * 0.1089 *0.00011 = 0.065
Urano - 5.500 * 0.085 * 0.00011 = 0.05
Netuno - 5.500 * 0.099 * 0.00011 = 0.006
Plutão - 5.500 * 0.381443 * 0.00011 = 0.232 graus.
CÁLCULO DA TRANSLAÇÃO ATRAVÉS DA TEMPERATURA EXTERNA DO PLANETA.
Cálculo da translação dos planetas através da temperatura externa do planeta [tes], somado com a temperatura externa do Sol [tes], multiplicado pelo índice 0.001118, multiplicado pela distancia, multiplicado pelo número de voltas em relação à Terra.
Tes + tep * índice * distancia = vt orbital * numero de voltas = translação /ano.
Mercúrio - 5500 + 450 * 0.001118 * 57.910.000= 357.000.000* 4.152 = 1.483.000.000.
RELAÇÃO ENTRE EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÃO PELA UNIFORMIDADE DA DISTRIBUIÇÃO DA ENERGIA.
A inclinação da órbita acompanha a excentricidade, ou seja, a instabilidade ou estabilidade do astro depende da sua energia.
Relação entre a temperatura do núcleo do Sol [tns] + temperatura do núcleo do planeta [tnp], dividido pelo índice 424242, multiplicado pela excentricidade de cada planeta.
Tns + tnp / índice = 33 * excentric. = inclinação orbital.
Mercúrio - 14.004.000 / 424242 = 33 * 0.206 = 6,8
Vênus - 14.004.000 / 424242 = 33 * 0.007 = 2
Terra - 14.004.000 / 424242 = 33 * 0.0093 =
Marte - 14.004.000 / 424242 = 33 * 0.048 = 2
Júpiter - 14.004.000 / 424242 = 33 * 0.056 = 2.5
Saturno - 14.004.000 / 424242 = 33 * 0.047 = 2
Urano - 14.004.000 / 424242 = 33 * 0.009 = 1
Netuno - 14.004.000 / 424242 = 33 * 0.08 = 2
Plutão - 14.004.000 / 424242 = 33 * 0.247 = 8
Com isto se vê que quanto menor e mais distante as irregularidades acompanham, pois a energia diminui.
E por incrível que pareça os resultados batem com a observação.
POSTULADOS BÁSICOS.
1- Os astros e partículas produzem o seu próprio movimento através do processamento de sua energia, temperatura e radiação.
2- A natureza do movimento é ser curvilíneo, variável e próprio dos astros, pois a radiação desloca o astro rotacionalmente fazendo com que o mesmo produza um deslocamento circular em torno do seu primário. Por isso que o terciário acompanha o secundário, e este o primário.
3- A essência do movimento é a dinâmica e não a inércia ou o repouso, pois tudo é constituído de energia, e onde a há energia existe dinâmica.
4- Os fenômenos da natureza se unificam entre si em forma de interações físicas e energia.
5- Os secundários não são atraídos pelos primários, mas sim repelidos pela radiação que produz o afastamento, que já foi calculado neste texto.
Principio da relacionalidade.
Existe uma relação direta entre a quantidade de processamento de energia de uma partícula e astro, com a radiação, temperatura, dilatação, energia de ligação, vibrações de átomos, posições de equilíbrio, decaimentos, dilatação, pressão de gases num recipiente, fusões e fissões, rotação e spin, atividades tectônicas, energia de ligação, atmosfera, relevo, clima, correntes oceânicas, etc.
CÁLCULO SIMPLES PARA A ROTAÇÃO EM RELAÇÃO À TERRA.
[Diâmetro + 1 / 2] + índice três para energia e radiação / 4.
Mercúrio –[ 0.35 +1 /2 ] + 3 / 4 = 0.9
Vênus - [ 0.7 + 1 /2] + 3 / 4= 0.9
Terra - [ 1 + 1 /2] + 3 / 4 = 1
Marte - [ 0.5 + 1 /2] +3 / 4 = 0.9
Júpiter - [ 11.2 + 1 /2] +3 / 4 = 2.3.
Saturno - [ 9.8 +1/ 2] + 3 / 4 = 2.2.
Urano - [ 3.9 +1/ 2] + 3 / 4 = 1.2.
Netuno - [ 3.8 +1/2] + 3 / 4 = 1.2.
Plutão - [ 0.5 +1/2] + 3/ 4 = 0.9
Não foi levada em conta aqui a uniformidade na distribuição da radiação e as grandes temperaturas externa.
CÁLCULO DA DISTANCIA DOS PLANETAS CONSIDERANDO O SEU DIÂMETRO COMO COMPONENTE PRODUZINDO ENERGIA QUE AGE NO AFASTAMENTO ENTRE ELES.
A distancia do último divide pela diferença de diâmetro entre os planetas dividido por 10 somado com o índice 1.3, seguindo na progressão para os mais próximos.
Plutão a netuno5.906 / [[0.05-0.39 ]+ 1.3] = 3937 em milhões de quilometro ao Sol.
Netuno a Urano 4.501 / [[0.39 – 0.39 ] +1.3] = 3462
Urano a Saturno 2.872/ [[0.39 – 0.98 ] + 1.3] =1511
Saturno a Júpiter 1.478 /[[0.98 – 1.1 ] + 1.3] = 985
Júpiter a Marte 779 / [[1.1 - 0.05 ] + 1.3] = 338
Marte a Terra 228 /[[ 0.05 – 0.1 ] + 1.3] = 168
Terra a Vênus 150 / [[ 0.1 - 0.07 ] + 1.3] = 112
Vênus a Mercúrio 108 / [ [ 0.07- 0.035] + 1.3] = 81.
CALCULO DA DISTANCIA DO PLANETA EM MILHÕES DE QUILOMETRO.
Cálculo com a distancia do anterior multiplicado pelo diâmetro dividido por 10 somado com 1.3. para Mercúrio não será calculado, pois não possui anterior.
Em milhões de quilometro do planeta ao Sol.
Mercúrio 58 * [0.097 + 1.3] = 81 km para Vênus ao Sol.
Vênus 108 * [0.1 + 1.3 ]= 151 km para Terra ao Sol.
Terra 150 * [0.05 + 1.3] = 202 km para Marte ao Sol
Marte 228 *[1.12 + 1.3] = 551 km para Júpiter ao Sol
Júpiter 779 *[0.98 + 1.3] 1.776 km para Saturno ao Sol
Saturno 1.478 *[0.39 + 1.3] 2.497 km para Urano ao Sol.
Urano 2.872 *[0.39 + 1.3] 4.853 km para Netuno ao Sol.
Netuno 4.501 *[ 0.05 + 1.3] 6.075 km para Plutão ao Sol
Nenhuma outra teoria calculou a distancia dos astros até o Sol, e estes resultados se aproximam da realidade.
A distancia dos astros ao Sol não é responsável pelos fenômenos e dinâmicas, mas sim a distancia é a representação de um fenômeno, que é o afastamento progressivo produzido pela energia e radiação dos planetas. Ou seja, a distancia é uma conseqüência da produção de energia dos astros.
A teoria da gravitação que usa a distancia para cálculos, a mesma não conseguiu produzir uma formula para a distancia dos planetas ao Sol.
O diâmetro representa a energia que o astro produz.
RELAÇÃO ENTRE ENERGIA, DIÃMETRO, VELOCIDADE EQUATORIAL E VELOCIDADE TRANSLACIONAL.
Terra - velocidade equatorial = 1.680 km por hora, e velocidade translacional =108.000 quilometro por hora.
Marte - velocidade equatorial = 870 km por hora, e velocidade translacional 86.000 km por hora.
Júpiter - velocidade equatorial = 45.000 km por hora, e velocidade translacional 46.800 km por hora.
Saturno – velocidade equatorial = 37.000 km por hora, e velocidade translacional 34.560 km por hora.
Urano - velocidade equatorial = 13.700 km por hora, evelocidade translacional de 24.450 km por hora.
Netuno - velocidade equatorial = 9.400 km por hora, e velocidade translacional de 19.440 km por hora.
Vê-se que quando o astro é grande a velocidade equatorial se aproxima ou é igual a translacional, ou ultrapassa como é o caso de Saturno.
Isso é para provar que os astros quando se afastam dos seus primários passam a produzir a dinâmica sem influencia nenhuma do primário. Uma vez que toda rotação deve-se a energia e radiação do primário.
Isso é mais uma confirmação de que a dinâmica é produzida pela energia e radiação do astro.
OUTRA FORMA DE SE CALCULAR A ROTAÇÃO.
Diâmetro em relação à Terra, somado com a progressão de1 a 9, começando do primeiro planeta a ser formado, no caso plutão, esta soma dividida por 8.
Terra - 1 + 7 / 8 =1 24/1 = 24 horas.
Marte- 0.5+6/8 = 0.9 24/0.9 = 26
Júpiter-12+ 5 / 8 = 2.1 24/2.1 = 11.2
Saturno-9.8+4/8 = 1.9 24/1.9 = 12.6
Urano - 4.1+3/8 = 0.9 24/0.9 = 26
Netuno- 4 +2 / 8= 0.75 24/0.75= 32
Plutão – 0.5+1/8 = 0.18 24/0.18=133
Esta forma de calculo é a mais simples e a que mais se aproxima do resultado alcançado pela observação, inclusive os resultados recentes para Urano e Plutão.
Isto só vem dar mais um crédito a teoria da energeticidade e radiação. De que é a energia própria do astro que produz a sua dinâmica, afastamento e estabilidade orbital.
CÁLCULO DA TRANSLAÇÃO PELA ROTAÇÃO, PARA PLANETAS EXTERIORES.
A rotação em relação à Terra multiplicado por cinco é igual à translação para planetas exteriores.
Júpiter – 2.3 * 5 = 13. quilometro por segundo.
Saturno- 2.1 * 5= 10.2.
Urano - 1.1 * 5= 5.5.
Netuno- 1 * 5= 5.
Plutão - 0.2 * 5= 1.
Os resultados para planetas e satélites longe dos seus primários se aproximam porque quanto mais longe de seus primários a produção de sua energia que vai determinar toda dinâmica e posicionamento no espaço, inclusive a forma e tipo de órbita.
PRINCIPIO DA CIRCULARIDADE. FÍSICA.
A energia de um corpo determina que o seu movimento seja curvo, tanto a rotação quanto a translação. Ou quanto maior a energia do astro, ou partícula, mais perfeita e circular será a dinâmica. Isto se confirma nos planetas, elétrons, satélites e cometas. Logo o movimento é por essência circular e não retilíneo.
Com o índice 0.138 dividido da média do diâmetro + densidade dividida por dois, somado com o índice de progressão de afastamento multiplicado por 0.002. Veremos que a elipse da órbita depende da energia do astro.
Mercúrio 0.138 / 0.67 + [ índice de progressão =1]* 0.002] = 0.206
Vênus 0.138 / 0.97+ [2* 0.002] = 0.13
Terra 0.138 / 1 + [3 * 0.002] = 0.14
Marte 0.138 / 0.7 + [ 4 * 0.002] = 0.17
Júpiter 0.138 / 5.7 + [ 5 * 0.002] = 0.02
Saturno 0.138 / 4,6 + [ 6 * 0.002 ] = 0.02
Urano 0.138 / 2 + [ 7 * 0.002 ] = 0.01
Netuno.....0.138 / 1,9 + [ 8 * 0.002 ] = 0.01
Plutão 0.138 / 0.6+ [ 9 *0.002] = 0.248.
Vemos assim que Júpiter é o que tem a maior energia ativada e é o mais estável em sua órbita, com uma menor elipse e também com uma menor inclinação orbital e rotacional. Enquanto os com menos energia como os planetas mais distantes, satélites menores e distantes, e cometas distantes possuem maior excentricidade.
Isso confirma que a natureza é por essência circular em sua dinâmica.
PRINCIPIO DA ESTABILIDADE DA DINÂMICA.
A estabilidade da dinâmica de um astro depende da sua energia e distribuição desta energia na superfície. Logo os astros mais distantes de seus primários e com pouca produção de energia e distribuição uniforme na sua superfície eles terão maior instabilidade na sua dinâmica, com grandes excentricidades e grandes inclinações orbital e rotacional.
Só em olhar os diâmetros de Júpiter e Saturno e os seus afastamentos de seus primários já se sabe que eles possuem pouca excentricidade e mínimas inclinações rotacional e translacional.
Enquanto os cometas e a maioria dos satélites possuem grande instabilidade, ou seja, grande excentricidade e grandes inclinações rotacional e translacional.
PRINCÍPIO DA EQUIVALÊNCIA NA PRODUÇÃO DA DINÂMICA.
A produção da energia e a sua conseqüente radiação produz a circularidade da dinâmica dos astros, por isto que os astros possuem rotação equivalente a sua produção de energia e radiação, e por isto que os secundários produzem uma translação em volta de seus primários e não saem em linha reta em disparada universo a fora.
Assim, a dinâmica, a translação em volta do primário sem se afastar em linha reta, a estabilidade da circularidade da órbita deve-se a energia processada pelo próprio astro.
SOBRE A PROGRESSÃO DO AFASTAMENTO.
Vemos também que há uma progressão pelo afastamento do astro primário e criador do secundário, e esta progressão se confirma em todos os fenômenos térmicos, físicos, estruturais, e dinâmicos e orbitais. E também em Astros e elétrons.
A teoria da energeticidade prova o porquê um astro se mantém afastado com uma progressão em relação ao outro.
OS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS PODEM SER DIVIDIDOS EM.
1-Orbitais. – Afastamento [como distancia], excentricidade, e inclinação orbital e rotacional. E circularidade.
2-Dinâmicos. – Afastamento [como dinâmica], rotação, translação.
3-Estruturais. Formas, tamanhos, relevo, diâmetro, densidade, e achatamento.
4-Energéticos. Radiação, energia, temperatura, clima. E desintegração.
5-E variáveis. Mudanças com o passar do tempo, perca de energia, e progressões.
6-Existencial - Nascimento, vida e morte dos astros e cosmo.
7-Origem - por radiação e aglutinação.
Confirma-se que toda dinâmica é por natureza circular quando produzida por um astro, ou elétron que com a sua energia desenvolve uma circularidade proporcional a sua energia e uniformidade da distribuição dela na radiação sobre a sua superfície.
Isso se confirma com Júpiter, por ser o planeta mais estável e com maior quantidade de energia possui a sua dinâmica que chega próximo da perfeição. Com grande rotação, e excentricidade e inclinação de rotação e translação mínimas.
Por isso que a natureza do movimento é circular e depende da energia do próprio astro, ou elétron.
Observação. A teoria da energeticidade se propõe a responder todos estes fenômenos, em suas causas, efeitos, quantificações e futuras variações.
Por outro lado, com outras teorias não é possível responder a todas estas perguntas sobre os fenômenos, que os astros se mantêm para existir.
TRANSLAÇÃO A PARTIR DE PLUTÃO.
Translação do posterior * 1+ progressão de 1 a 9 /20 + [diâmetro + 5/6 / 10] = velocidade de translação km / segundo.
Plutão – 5 * 1+0.05 +[3.9+5/6=1.5 /10] = 6.25 netuno
Netuno- 6.26 * 1+0.1 +[3.9+5/6=1.5/ 10] = 8.1 urano
Urano - 8.1 *1+0.15 +[9.8+5/6=2.46/10] = 11.3 saturno
Saturno- 11.3 *1+0.2 +[11+5/6 =2.66/10] = 16 júpiter
Júpiter – 16 * 1+0.25 +[0.5+5/6=0.98/10] = 20.8 marte
Marte - 20.8 *1+0.3 +[1 +5/6=1 / 10 ] = 28 terra
Terra - 28 * 1+0.35 +[0.7+5/6=0.9/10 ] = 38 Vênus
Vênus – 38 *1 +0.4 +[0.34+5/6=0.8/10] = 53 mercúrio
Os astros do sistema solar foram formados e forjados em condições e estágios diferentes, ou seja, um astro mais distante foi o primeiro a ser formado e ter recebido uma impulsão inicial, ele surgiu do Sol mais quente, mais radiativo, com maior quantidade de material sendo expelido no espaço para a sua formação. E recebeu uma impulsão maior, com isto vemos, planetas como Netuno e Plutão serem menos densos.
Com isso se vê que a condição de formação e quantidade química de um planeta para outro será diferente, e poderão encontrar uma escala de elementos químicos diversa da nossa, como também alguns elementos químicos diferentes.
Por isso que há uma diferença na quantidade dos elementos, e não seguem uma progressão.
ESTA TEORIA SERÁ FUNDAMENTADA EM ALGUNS PONTOS PRINCIPAIS-
1- A da origem - onde a origem física, radiação e energia darão origem aos planetas que os impulsionaram para fora, sempre e progressivamente.
A da energia interna, nas interações de fusões no interior dos astros, que atuaram impulsionando-os sempre para frente.
Os fenômenos dos astros, planetas e satélites obedecem quatro pontos fundamentais.
O do diâmetro e densidade /2, ou seja, o seu material energético de interações físicas e temperatura.
O da expansão, ou seja, o afastamento progressivo de um planeta, ou satélite.
O da excentricidade e inclinação também acompanha os itens anteriores e, como também a translação, achatamento dos planetas, afastamento, e número de satélites.
LEI DA EQUIVALÊNCIA.
Assim, quanto maior e mais velha for uma estrela, mais planetas ela produzirá, e mais rápido eles se afastarão de órbita, que será proporcional a sua radiação e calor expelido no espaço.
Provas da teoria da origem dos planetas pela radiação, da órbita e fenômenos físicos, através da constatação da proporcionalidade de quantidade do elemento químico ferro. Que é crescente ao afastamento proporcional do planeta em relação ao primário, no caso o Sol.
Com isto constata-se que os planetas se originaram do Sol, e possuem um envelhecimento proporcional ao seu afastamento, e que todos os seus fenômenos, inclusive a sua órbita está relacionada com a sua origem e seu envelhecimento. Registrado no afastamento e na proporcionalidade crescente da quantidade do elemento químico ferro em cada planeta. Levando em conta a densidade e diâmetro, ou seja, a energia que já foi processada.
Assim, a quantidade do elemento ferro é um registro da quantidade e fases de energia que já passou o astro.
Vemos também que os satélites possuem a sua origem relacionada com a radiação do Sol e do planeta que o originou. E que também os seus fenômenos estão relacionados com a origem e o envelhecimento. Registrado no afastamento do secundário, e proporcionalidade crescente da quantidade de ferro. Na verdade, o envelhecimento, o afastamento, o aumento da quantidade de ferro são conseqüências e representam a fase energética que passou o astro, e qual estágio de processamento de energia que se encontra.
Quantidade de ferro=quantidade de radiação da origem +envelhecimento + [densidade + diâmetro / 2].
Ou seja, os planetas possuem uma origem lenta e constante, onde o material de gases, poeira e elementos químicos provenientes da radiação irá formar um anel em volta do Sol, que se aglutinaram formando um astro.
A forte temperatura e a radiação impulsionarão este novo astro para frente, onde ele começará a desenvolver a órbita, enquanto o Sol continua o seu processo de expelir gases, poeira e até pedaços do corpo no espaço, este envelhecimento prova porque os astros são extremamente esféricos, e possuem a sua órbita com pouca excentricidade e inclinação no inicio.
E que possuem uma proporcionalidade de dinâmica de um planeta em relação ao outro.
ACHATAMENTO DA SUPERFÍCIE DO PLANETA PELO DIÂMETRO E GASTO DE ENERGIA, ENVELHECIMENTO.
Índice de energia e potencial de radiação pelo diâmetro do planeta.
Observação 1. Na fórmula para se encontrar o potencial de interações físicas, com as unidades de diâmetro + densidade dividido por dois, se houver alguma duvida com a densidade, substitui-se a densidade pelo índice um, ficando a formula igual a diâmetro +1 / 2.
Índice 0,38 + [diâmetro do astro +1 / 2] /100 = achatamento da superfície.
Mercúrio - 0,38 + 1 / 2. = 0,67 / 100 = 0.006
Vênus 0,95 + 1 / 2. = 0,98 / 100 = 0. 009
Terra - 1,0 + 1 / 2. = 1,0 / 100 = 0.01
Marte - 0,53 + 1 / 2. = 0,72 / 100 = 0.0072
Júpiter - 11,2 + 1 / 2. = 6,1 / 100 = 0.061
Saturno - 9,5 + 1 / 2. = 5,1 / 100 = 0.05
Urano - 3,6 + 1 / 2. = 2,3 / 100 = 0.023
Netuno - 3,5 + 1 / 2. = 2,2 / 100 = 0.02
Plutão - 0,5 + 1 / 2. = 0,7 / 100 = 0.007
Ou seja, os maiores e mais velhos são os que possuem o maior achatamento. Logo o achatamento é crescente.
O achatamento foi provado por varias observações por telescópicos.
Observação 2 - a diferença é pouca em relação à densidade para se usar o índice um, será usado a densidade, porém para qualquer dúvida pode-se usar a índice um, pois o resultado final terá pouca diferença.
Observação 3 – se algum planeta pertencente ao sistema solar for encontrado após Plutão, necessariamente deverá ser menor que ele, como também todos os seus índices de órbita e achatamento deverão acompanhar a progressão em que faz parte.
Isto deverá servir como prova para toda a teoria das interações físicas e energia que é a teoria da energeticidade e radiação e cálculo por diâmetro, onde é considerada a progressão pelo afastamento.
O princípio da proporcionalidade pelo envelhecimento e gasto de energia, prova também porque o astro quanto mais afastado e mais velho no sistema solar possui a superfície mais achatada.
Circularidade do planeta = origem+ afastamento =envelhecimento.
O achatamento dos planetas também obedece à progressão de origem e tempo de formação do planeta, que é relacionada ao seu diâmetro e densidade/2, onde de Júpiter para Marte pula até nove vezes o achatamento.
Para o achatamento deve-se considerar o afastamento do primeiro planeta que se formou que no caso foi Plutão, e a densidade e diâmetro entre os seus vizinhos, com isto há um desgaste com o tempo desde origem até o seu envelhecimento.
OUTRA FORMA DE SE ENCONTRAR O ACHATAMENTO –FORMATO.
Achatamento é igual, a distancia medida em unidades astronômicas, e dividido por 100, e multiplicado por 3, e somado com a densidade +diâmetro /2, e dividido por 100.
Distancia/100*3+[diam+1/2] /100 = achatamento
Plutão- 4 0 / 100* 3 = 1,2 + 0,6 / 100= 0,018- o achatamento é 0,018
Netuno-30/ 100* 3 =0,9 + 2 / 100 = 0,029
Urano - 20/ 100*3 = 0,6+ 2 /100 = 0,026
Saturno- 9,5/100*3= 0,019+ 4,7/100= 0,047
Júpiter = 5,2/100*3= 0,015 + 5.8 /100= 0,058
Marte - 1,52/100*3= 0,003 + 0,6/100= 0,006
Terra- 1,0 /100*3= 0,001 + 1 /100= 0,001.
A distancia é em unidades astronômicas e em relação à Terra.
O achatamento progressivo é mais uma das provas da teoria.
Nos outros planetas mais próximos ainda não foi encontrado nenhum achatamento.
O achatamento de Júpiter e 0.062. Isso significa que a diferença entre o diâmetro equatorial e o polar é 0,062 do diâmetro equatorial. Assim se conclui que com o envelhecimento o astro tende a aumentar o seu achatamento, e que também o achatamento obedece ao principio da progressão.
O achatamento de astros mais afastados prova que eles tiveram uma origem e produção rápida. A forte radiação solar e suas grandes produções de energia os expeliu rapidamente para fora, enquanto eles ainda estavam em formação pelos gases e poeira expelidos pelo Sol, pois, o Sol no início possuía um imenso poder de expelir energia e calor no espaço, conseqüentemente os planetas mais distantes terão pouca densidade.
Na progressão do achatamento, temos a prova do envelhecimento progressivo dos planetas e de todo sistema solar.
No achatamento dos planetas, vemos também que o sistema solar é achatado, como se os planetas circulassem num caminho de órbitas já desenhado. Porem se abre nos astros mais distantes e com menos energia.
Na densidade e diâmetro vemos também, que é obedecida uma progressão, presente principalmente nos planetas mais afastados.
Se os planetas e outros astros não passassem por um processo lento de formação eles não possuiriam uma estrutura com esfericidade quase perfeita, e teríamos astros disformes, o achatamento dos astros nos prova o seu envelhecimento.
RELAÇÃO ENTRE ENERGIA E ROTAÇÃO.
O planeta que tem maior excentricidade é saturno, porém tem menor rotação que júpiter, e júpiter por ter maior diâmetro tem maior rotação, e isto confirma que a rotação depende da energia e radiação do astro e não do achatamento.
PRINCÍPIO DA PROGRESSÃO DA DIMINUIÇÃO PELO ENVELHECIMENTO.
O tempo diminui a cada ano nos planetas e isto é proveniente da perca de energia do próprio astro proveniente da sua radiação e processos físicos interno, e isto ocorre com todos os astros. Diminuindo progressivamente o seu afastamento, a sua translação, rotação, inclinação, e excentricidade, alterando assim o seu tempo, e esta variação é proporcional a cada planeta. Conforme o seu envelhecimento e conseqüentemente o seu afastamento e diminuição de produção de energia.
Observação. O tempo não existe como fenômeno, o que diminui são os referenciais de marcação de tempo, como rotação e translação.
Os planetas são produzidos pelo material da radiação do Sol, através de seus processos físicos, o Sol durante a sua existência vem liberando calor, gases, poeira e pedaços da estrutura no espaço, formando novos e menores astros.
O mesmo acontece com os satélites, onde os planetas expelem parte da sua estrutura no espaço.
Vemos também que as órbitas, e outros fenômenos físicos estão relacionados com a produção na fase inicial.
Se a gravitação tivesse alguma influencia sobre os astros, deformaria a translação dos satélites, pois eles desenvolvem um movimento paralelo e perpendicular ao Sol, num vai e vem como se o sol e a gravitação não existissem.
1- Onde a poeira e gases formam um anel no espaço, que começa a receber uma impulsão inicial pelo calor e pela radiação do sol.
2- Onde se dá o inicio da órbita e da rotação, inclinação, excentricidade, e outros fenômenos físicos.
3 - Na cosmogenese tem o cálculo do afastamento dos planetas, em que eles não se afastam nem um metro ao ano.
4- Na rotação vemos que o astro possui pouca inclinação, pois esta pouca inclinação deve-se a sua energia e origem de gases e poeira de radiação, como também a excentricidade e a inclinação orbital.
4- por isso que os planetas estão enfileirados formando um circulo de órbita achatada, tipo um pastel circular, que chamo de principio do pastel.
5- O principio da progressão está presente em todos os fenômenos físicos, astronômicos e químicos.
6- rotação - a teoria da origem explica a causa da rotação, e também a inclinação axial. Porque a rotação é quase linear, com pouca inclinação e é crescente. O eixo rotacional deve-se a sua origem, por isso que a irregularidade da rotação é crescente proporcionalmente de planeta a planeta, o mesmo acontece com os satélites. Que é quanto mais afastado maior se tornará a inclinação.
Assim todos os fenômenos físicos e órbitas devem a sua origem e energia em processamento, que decresce a energia, diminui a dinâmica e cresce proporcionalmente a inclinação orbital e rotacional e a excentricidade.
Pois, o Sol forma o planeta com mais energia, do que o planeta forma o satélite.
AFASTAMENTO E MOVIMENTO ESPIRAL.
O planeta se encontra em afastamento do Sol, produzido pela radiação, como também se encontra em movimento em espiral como se fosse um caracol que se abre do seu meio para as extremidades.
O cálculo do afastamento foi feito na parte da cosmogenese, onde o planeta Terra se afasta menos de 1 metro ao ano.
E o fenômeno em espiral é uma conseqüência do impulso da radiação + [densidade + diâmetro / 2] + afastamento].
PROVAS DA TEORIA.
Afastamento do universo,
Princípio do pastel,
Achatamento do sistema solar,
Progressão de eixo de rotação,
Progressão de esfriamento do planeta proporcional à progressão do afastamento,
Progressão da quantidade do elemento químico ferro,
Progressão da intensidade de fusões nucleares nos planetas, e outros fenômenos.
Como o cosmo se abre o sistema solar também se encontra em afastamento, e a intensidade e tempo da expansão obedecem à energia do próprio astro, que recebeu durante a sua formação.
Será visto nesta mesma teoria que a expansão é mínima em relação ao que é observado, pois o que ocorre é um afastamento mínimo entre as galáxias, e o que dá uma observação ao vermelho no efeito Doppler é a translação e rotação das estrelas e galáxias.
AFASTAMENTO E DISTANCIA
O afastamento é proveniente da impulsão da radiação e da temperatura do astro que produz o secundário com gases, poeiras da sua estrutura. Então se deve considerar a impulsão inicial, o tempo que levou para se formar.
Quanto maior, com maior densidade e diâmetro, mais tempo levou para se formar e mantém uma distancia maior e proporcional ao seu tamanho, e é progressiva.
Obedecendo a uma progressão que parte do primeiro planeta que foi criado ao último, ou seja, de Plutão a Mercúrio, pois no sistema solar o primeiro planeta a ser criado foi plutão e assim sucessivamente, por isso que eles mantêm uma progressão em todos os seus fenômenos. Inclusive os seus satélites.
Nos satélites e cometas ocorre o mesmo. Aonde os mais distantes foram os primeiros a serem produzidos.
Temos uma prova da progressão do afastamento, e que este afastamento obedece a uma progressão do primeiro planeta que foi criado, de Plutão ao mais novo que é Mercúrio.Sendo que o afastamento obedece ao seu envelhecimento, a sua impulsão inicial, e o tempo que levou para se formar, onde os maiores levam mais tempo para se estruturar e conseqüentemente mantém um afastamento maior entre seus vizinhos, proporcionalmente na progressão do primeiro ao último.
PROGRESSÃO DE AFASTAMENTO.
Vemos que a progressão do afastamento também pode ser calculada com o diâmetro sem a densidade, somado com um e dividido por dois, e tornado a ser dividido por 10, o resultado somado com 1,3. De plutão para os subseqüentes.
Assim, com a formula de distancia do ultimo planeta dividida pelo índice 1.3 e somado com o diâmetro divido por 10, teremos a distancia do planeta subseqüente.
5900 / [1,3 +0,055] = 4354 plutão a netuno
4500 / [ 1,3 +0,39] = 2662 netuno a urano
2800 / [1,3 +0,39] = 1656 urano a saturno
1428 / [1,3 +0,98] = 626 saturno júpiter
779 / [1,3 + 1.1] = 324 júpiter a marte.
228 / [1,3 + 0,07] = 166 marte a terra
150 / [ 1,3 + 0,1 ] = 107 terra a Vênus
108 / [ 1,3 + 0,09 ] = 77 Vênus a mercúrio
Termina em Mercúrio, pois o último planeta do sistema solar a se formar é Mercúrio. E não Plutão.
Observação - para se provar a teoria das interações físicas e energeticidade comprovam que os astros possuem uma progressão de afastamento, envelhecimento e diminuição de diâmetro progressivo, presente nos astros exteriores, pois se o sistema solar fosse formado num só momento os planetas e satélites estariam todos na mesma proximidade de afastamento do sol, e isto não ocorre. Pois eles mantêm uma progressão presente e provado no afastamento pelo diâmetro, calculado acima.
Isso confirma a teoria das órbitas e sua dinâmica por este afastamento, que diminui progressivamente conforme o tempo de origem e formação. Conclui-se que um simples astro levou bilhões de anos para se encontrar na situação que está hoje.
Vemos que a dinâmica, órbita, estrutura física e química, satélites, etc., se deve a suas interações físicas e energia em processamento, e a radiação expelida pelo astro.
As outras teorias não provam e nem cita o porquê de que há este afastamento progressivo entre os planetas e entre os satélites, e o porquê entre os planetas e entre satélites se mantém uma diminuição progressiva no seu diâmetro.
Já a teoria das interações físicas, radiação e impulsão provam e consolidam esta teoria.
No futuro está teoria será provada com facilidade, quando as horas do planeta serão mais longas. Pois o planeta será mais lento.
É só esperar alguns bilhões de anos.
Vemos que os astros não são atraídos, mas sim impulsionados para longe, e sua translação não é constante, mas sim decresce com o tempo, que recebeu a impulsão pela radiação com a ação da energia, isto está presente na progressão decrescente da translação e rotação.
A diminuição da dinâmica é uma conseqüência direta da diminuição de energia do astro.
Pois, se deve considerar que a velocidade diminui num sistema de progressão, por ter recebido uma impulsão anterior. E por isto que na teoria da energeticidade e radiação se usa a progressão, pois a natureza acompanha está progressão. Também se vê que a distancia aumenta num sistema de progressão constante, onde todos estão se distanciando uns dos outros.
E por que um satélite mesmo com uma velocidade de 1 km por segundo, continua acompanhando o astro originador, planeta primário na sua volta pelo sol, pois se a sua velocidade também se deve a seu diâmetro. A resposta é simples. Pois ele ao se formar, se formou e começou a desenvolver a sua translação em volta de um planeta que já vinha desenvolvendo a sua translação em volta do Sol. Pois ele é parte do planeta, e o planeta do Sol.
O que produz a rotação e a translação é a energia do astro, que ao produzir a radiação expele energia e temperatura no espaço, deslocando o astro e o fazendo girar.
Vemos que a translação se origina da energia e radiação, por isto que ao ficar mais longe a sua dinâmica é diminuído progressivamente, como também o afastamento progressivo da impulsão.
A interação física e energia interna produzem a radiação, e a radiação produz a rotação, translação e o afastamento.
O astro é formado já em movimento de translação, pois ele está se formando com gases e material de radiação do seu primário.
Vemos que nos quatro maiores planetas a rotação é duas ou mais vezes que a da Terra e dos outros planetas menores. Com isto vemos que a rotação é produto de suas interações de produção de energia, que são expelidas na forma de radiação, luz e temperatura, onde faz com o astro gire rotacionalmente.
Observação; se um planeta ou outro astro qualquer tiver uma intensa produção de radiação, e esta radiação for expelida uniformemente para todos os lados da superfície, a rotação será mínima, mesmo tendo uma grande translação, isto se confirma com Vênus e mercúrio.
Uma outra prova se encontra entre a Terra e Marte, pois são próximos, não com muita diferença de idade e quase o mesmo diâmetro, logo com quase a mesma energia, possuem entre si rotação, excentricidade, inclinação de órbita e de rotação com valores bem próximos, isto confirma o que se vem sendo exposto aqui.
CÁLCULO DA RELAÇÃO ENTRE TRANSLAÇÃO DOS SATÉLITES DE JÚPITER, PELA ROTAÇÃO DE JÚPITER.
10 horas na rotação de júpiter.
Horas. Minuto. segundo
10 * 60 * 60 = 36.000 km / seg. de rotação
Rotação / afastamento +1 / 1000 = translação
Ío 36.000 / 1.000 / 1 +1 / 18 km / seg.
Europa 36.000 / 1.000/ 2 +1 / 12 km / seg.
Ganimedes 36.000 / 1.000 / 3 +1 / = 9 km / seg.
Calisto 36.000 / 1.000 / 4 +1 / = 7,2 km/ seg.
Aqui se confirma que a energia que produz a rotação também produz a translação, e todos os outros fenômenos.
O sistema solar como um todo também possui um achatamento, ou seja, os planetas estão enfileirados, com uma excentricidade mínima, que aumenta progressivamente nos satélites distantes.
NÚMERO DE SATÉLITES DOS PLANETAS.
O número de satélites dos planetas também obedece à progressão do primeiro para o último, ou seja, de Plutão para Mercúrio, e sendo que o afastamento também obedece a uma progressão, assim vou usar o índice do primeiro para o último.
Índice da progressão* índice comum 0.35* densidade +diâmetro/2
Plutão = 9* 0,3 5 * o,6= 2satélites.
Netuno = 8*0.35* 1.9= 5 satélites
Urano = 7*0.35 * 2 = 5 satélites.
Saturno= 6*0.35* 4.7= 10 satélite
Júpiter = 5*0,35* 5.7= 10 satélites
Marte = 4*0.35* 0.6= 2 satélites
Terra = 3*0.35* 1 = 1 satélite
Vênus = 2* 0.35 * 0.7= 0,49 satélite
Mercúrio= 1*0.35* 0.6 = 0,49 satélite.
O número de satélites também pode ser calculado só com o diâmetro somado com o índice dois, isto para os planetas exteriores, após Júpiter.
O índice 0,49 de Vênus e mercúrio podem representar a radiação presente hoje, que no futuro se formar em atmosfera e depois em satélite.
Vemos nos planetas a partir de Marte que todos acompanham em número de satélites na proporção do diâmetro em relação à Terra, somado com o índice 2. pois vemos que os planetas jovens como Mercúrio e Vênus ainda não possuem satélites, o que confirma a teoria das interações físicas, energia e radiação, e afastamento pelo envelhecimento e progressões, pois a Terra mesma sendo maior que marte possui só um satélite, é mais uma confirmação da teoria exposta aqui.
Marte - diâmetro +2 = 2 satélites.
Júpiter – diâmetro +2 = 13 satélites
Saturno – diâmetro +2 = 11 satélites.
Urano - diâmetro +2 = 5 satélites
Netuno - diâmetro +2 = 4 satélites
Plutão - diâmetro +2 = 3 satélites
O planeta Terra só possui um por ser mais jovem que Marte, mesmo sendo maior. Pois por ter sido produzido com mais energia pelo Sol e com mais tempo que a Terra, isto lhe possibilitou que produzisse dois satélites.
Marte por estar tão próximo da Terra e ter praticamente o mesmo diâmetro, possui todos os seus índices muito próximos da Terra.
Com isto vemos que também o número de satélites acompanha a progressão da origem e de envelhecimento e afastamento.
Os satélites são produzidos pelos seus planetas, pois o número de satélites acompanha a densidade e diâmetro do planeta, e a ordem de progressão dos mesmos em relação ao sistema solar.
Por isso que a translação dos satélites está relacionada apenas com o planeta de origem e energia em processamento.
A translação também está relacionada com a energia e impulsão da radiação na origem, a densidade e diâmetro e a progressão do afastamento. Vemos isto nos satélites, pois há uma progressão de um sucessivo ao outro.
SOBRE A TRANSLAÇÃO TRANSVERSAL.
Por que os astros não se afastam instantaneamente durante a sua formação, quando recebem a impulsão pela radiação e pelas altas temperaturas pelo calor do Sol, e desenvolvendo assim, a translação transversal, onde as órbitas são formadas, pois a tendência da energia que o astro produza rotação e translação, logo, por natureza e essência o movimento é curvilíneo.
Vemos no cálculo da cosmogenese que enquanto a Terra desenvolve 750.000.000 km/ano, o afastamento é menor do que 1 metro, e este afastamento é o suficiente até hoje para que todo o sistema solar se desenvolva, e possibilite que a vida se desenvolva sobre a terra, aí temos mais um milagre em defesa da vida.
Distanciamento da Terra ao Sol / [da órbita em 1 ano em km * número de voltas].
Este cálculo dá menos de 1 metro ao ano.
Podemos ver também nos satélites que o afastamento mantém uma progressão, como nos planetas.
E se a gravitação agisse como um campo deformaria as órbitas dos satélites, pois se a gravitação do Sol age sobre os planetas agiria também sobre as órbitas dos satélites deformando as suas órbitas. Pois o que acontece e que eles estão livres da ação de qualquer campo, onde desenvolvem as suas órbitas livremente com a ação da impulsão inicial pela radiação do astro produtor e a sua energia interna, que se processa constantemente, produzindo radiação no espaço, e liberando calor. Estes dois fenômenos, radiação e energia interna são responsáveis pelas órbitas e dinâmica.
ROTAÇÃO.
Podemos ver que júpiter mesmo sendo 11 vezes o tamanho da terra em diâmetro, tanto a sua rotação é 2,3 maiores que a da Terra, e a sua translação 2,4 menor que a da Terra, pois eles mantém a relação com o afastamento.
Ou seja, a rotação se conserva mais do que a translação, enquanto a translação diminui mais rapidamente com a diminuição de energia, a rotação ainda se conserva em grande intensidade.
Na verdade a translação como a rotação é proporcionalmente ao tamanho do astro e a sua energia em processamento. Ela é diminuída proporcionalmente ao afastamento em relação ao tempo da sua origem pelo Sol, o mesmo acontece com os satélites em relação aos planetas.
Como na translação, vemos que a rotação, diminui à proporção que os planetas se afastam do Sol, e este afastamento é progressivo e constante, pois confirma a queima de energia pelos astros com o passar do tempo.
CÁLCULO DE ROTAÇÃO POR ENERGIA E PROGRESSÃO DE AFASTAMENTO.
Pode-se também encontrar a rotação por progressão do afastamento, e pela temperatura externa, se multiplicar 2 * diãm. +densi. / 2, dividir pela progressão do afastamento / pela temperatura externa média do planeta acima de 50 graus Celsius.
2* 0.67 / 1 / 500o = 0,0026 Mercúrio
2* 0,92 / 2/ 500o = 0,0018 Vênus
3* 1 / 3 = 1 Terra
2* 0,7 / 4 = 0,35 Marte
2* 5,7 / 5 = 2,2 Júpiter
2* 4,6/ 6 = 1,53 Saturno
2* 2 / 7 = 0,57 Urano
2*1.9 / 8 = 0,5 Netuno
2*0.5 / 9 = 0.11 Plutão.
Rotação em relação à Terra.
500 / índice =
PRINCÍPIO DA CIRCULARIDADE.
A EXCENTRICIDADE.
A excentricidade também depende da radiação solar e da energia do planeta, que dividido pela a densidade e diâmetro /2, e somado com o afastamento progressivo e que é multiplicado pelo índice 0,002.
Índice para radiação solar / diâmetro +densidade. / 2 + índice de afastamento * 0.002.
Mercúrio- 0,138 / [ 0,67+índice de afastamento1*0.002 ]= 0,206
Vênus 0,138 / [ 0,97 + 2* 0,002 ] = 0,09
Terra 0,138 / [ 1 + 3* 0,002]= 0, 1
Marte 0,138 / [ 0,7 + 4* 0,002]= 0,1
Júpiter 0,138 / [ 5,7 + 5* 0,002]= 0,02
Saturno 0,138 / [ 4,6 + 6 * 0,002] = 0,02
Urano 0,138 / [ 1,97 + 7 * 0,002] = 0,01
Netuno 0,138 / [1,9 + 8 * 0,002] =0,01
Plutão 0,138 / [ 0,6 + 9* 0,002 ] = 0,247.
Quanto maior o astro, maior é a sua energia interna e menor é a irregularidade da sua órbita.
Vemos que júpiter é o maior e possui mais energia se processando internamente, com isto faz com que ele tenha uma órbita quase perfeita.
Os astros que se formam por radiação vindo de uma desintegração, eles também entram em desintegração por radiação.
A progressão se mantém também na excentricidade, e inclinação dos satélites, que é proporcional a progressão do afastamento. Que é produzido pela energia do astro.
NA teoria da alternancidade será visto porque os astros mais próximos e distantes de seus primários-produtores, considerando os seus diâmetros possuem as maiores irregularidades.
TRANSLAÇÃO.
Para não haver dúvida, pode-se calcular a translação com o índice da radiação solar, com a progressão pelo afastamento, e a temperatura externa, acima de 50o Celsius. Com as formulas.
Índice de radiação solar /100 =390/100 * progressão de afastamento.
Para planetas com temperatura acima de 100 graus Celsius multiplicado pela temperatura externa dividida de 300.
Mercúrio – 3.9* 9 * 1,3 t.e. = 45.6 400/300= 1.3
Vênus 3.9 * 8 * 1 t.e = 31 300/ 300 =1
Terra 3,9 * 7 = 27.
Marte 3.9 * 6 = 23
Júpiter 3.9 * 5 = 19
Saturno 3.9 * 4= 15
Urano 3.9 *3 = 9
Netuno 3.9 * 2 = 7
Plutão 3.9 * 1 = 4.
Cálculo da velocidade de translação com a radiação solar + diâmetro +1 /2 / 10 *índice de afastamento *índice de temperatura externa do astro acima de 200 graus Celsius do astro dividido por 350.
Mercúrio 3,9 +[ 0,67 /10 ]* 9 = 36 * 1,25 = 47.
Vênus 3,9 + [0,98 / 10] * 8 = 32 * 1,15 = 37
Terra 3,9 +[ 1 / 10] * 7 = 28
Marte 3,9 +[ 0,72 / 10 ]* 6 = 24
Júpiter 3,9 +[ 6,1 / 10 ] *5 = 22
Saturno 3,9 + [5,2 / 10 ] *4 = 17
Urano 3,9 + [2,3 / 10 ] * 3 = 12
Netuno 3,9 + [2,2 / 10 ] * 2 = 8
Plutão 3,9 + [ 0,7 / 10 ] * 1 = 4
Para astros com temperatura externa acima de 100 graus Celsius.
CÁLCULO COM ÍNDICE PARA RADIAÇÃO SOLAR, DIÂMETRO SEM CONSIDERAR A DENSIDADE, E PROGRESSÃO DE AFASTAMENTO.
Calculo com índice da radiação solar, multiplicado por dois e pelo índice de progressão do afastamento, somado com o diâmetro somado com um e dividido por dois, dividido pelo coeficiente 1,3 e multiplicado pela progressão /10+1 com base em 0,2 iniciando em 1,3.
Progressão de Afastamento* Radiação +diâmetro+1/2 / [ índice* progressão de índice ] = km/s.
Mercúrio. [9 * 2 * 4 ] + 0,67 / [ 1,3 *1.3 ] = 45
Vênus
[8 * 2 * 4 ] + 0,97 / [ 1,3 *1.5 ] = 41
Terra
[7 * 2 * 4 ]+ 1 / [ 1.3 * 1.7 ] = 32
Marte
[6 * 2 * 4 ] + 0,7 / [ 1.3 * 1.9] = 20
Júpiter
[5 * 2 * 4 ] + 6,2 / [ 1,3 * 2.1] = 16
Saturno
[4 * 2 * 4 ] + 5,2 / [ 1,3 * 2.3 ] = 12
Urano
[3 * 2 * 4 ] + 2,3 / [ 1,3 *2,5] = 8
Netuno
[2 * 2 * 4 ] + 2,1 / [ 1,3 * 2,7] = 5
Plutão
[1* 2 * 4 ] + 0,7 / [ 1,3 * 2,9] = 2.4
Observação. Vemos que o último planeta a ser formar foi Mercúrio, pois os mais afastados foram os primeiros a serem formados, proporcionalmente ao afastamento.
Ou seja, a radiação tem uma ação inicial direta sobre a velocidade de translação do astro.
OU COM OUTRA FÓRMULA.
Radiação+ [densidade+ diâmetro 2 /10]+[temperatura externa acima 50o Celsius / 200 ]* progressão de afastamento .
Radiação /100 =3.9
3.9 + 0.06 * 9= 36 mercúrio
3.9 + 0,9+ * 7 = 28 Vênus
3.9 +0,1 + 0 * 6 = 24 terra
3.9 + 0,1 +0 *5 = 20 marte
3,9 + 0,57 +0 * 4 = 16 júpiter
3,9 + 0,47+0 *3 = 12 saturno
3.9 + 0,2+0 * 2 = 8 netuno.
3.9 + 0.05 +0 + 1= 3.9 Plutão.
Com a radiação podem-se calcular a impulsão do planeta e sua excentricidade, conseqüentemente a sua elipse e o seu periélio, pois a impulsão deforma a circularidade e quanto menor for o planeta, ou satélite, ou cometa, menos energia ele terá e maior será a excentricidade e inclinação orbital.
EXCENTRICIDADE.
Radiação / diâmetro + progressão de afastamento /100 = excentricidade.
0,077 / 0,38 + 0,01 = 0.203 mercúrio
0,077 / 11,2 + 0,05 = 0,05 júpiter.
0,077 / 0,5 + 0,09 = 0,15 plutão.
Nos outros planetas fica abaixo de 0.1.
O diâmetro é em relação à terra.
Assim, quanto maior o astro, menor a sua excentricidade, e quanto mais distante maior a excentricidade.
A radiação do sol acelera órbitas de planetas próximo do sol quando no periélio – próximo do sol, e desacelera quando distante – afélio. Pois quando próximos sofrem a ação da radiação e temperatura do Sol com maior intensidade, alterando a sua dinâmica.
Com o afastamento, as órbitas também passam a ser espirais, porem em uma pequena fração.
Os planetas são achatados progressivamente,
Na progressão é possível calcular a idade do sistema solar.
Os astros devem a sua dinâmica a impulsão pela radiação, e a sua energia interna.
Se fossemos calcular a idade do sistema solar, deveríamos considerar a formação da matéria pelo espaço denso, a formação do sol, e depois dos planetas, satélites e dos cometas,
ACELERADOR E FREIO DA DINÂMICA DOS ASTROS.
O espaço denso possui uma variedade de densidades diferentes, por isso que quando um astro e expelido para fora através da radiação, ele não sai em disparada, num movimento retilíneo, mas sim, decresce progressivamente, e por isso que todos os fenômenos se encontram em progressão crescente ou decrescente. Como também explica por que um astro que ganha velocidade no periélio, esta velocidade decresce instantaneamente depois no afélio, voltando a pegar aceleração de novo quando se aproxima do periélio, pois próximo da radiação do Sol aumenta a intensidade da energia do planeta, aumentando a translação.
Vê-se que toda dinâmica acompanha a quantidade de energia e radiação se processando, quando a energia vai diminuindo toda dinâmica tende a diminuir.
Vemos também que a rotação decresce com o afastamento progressivo, isto se os astros mantivessem imensas velocidades a vida não seria possível de existir.
Acredito que o criador até disto não esqueceu.
Pontos a ser considerado.
1- o afastamento determina o tempo de vida do astro secundário.
2- os astros são afastados por impulsão da radiação e aceleração pela energia interna, e não atraídos por algum tipo de campo.
3- que com o tempo tende a perder potência no espaço, pois o espaço é denso e retrai parte da potência de sua dinâmica.
4- o movimento transversal da translação determina que a órbita e dinâmica do planeta se devem a sua origem e energia lenta e constante, como também e circularidade perfeita de sua dinâmica.
5- e que a sua energia interna de interações físicas e altas temperaturas, representado por densidade e diâmetro, produzem o movimento transversal do astro.
6- que enquanto um astro entra em afastamento após a sua formação pelo material jogado no espaço, outro astro começará a ser originado.
7- para um astro ser completamente circular o mesmo só poderá ser bem antigo, logo o universo é infinitamente velho. Porém, ele se arredonda e ao ficar com menos energia tende a ser achatado, como já foi visto.
8- uma força puxaria o astro para o centro, uma radiação impulsiona para frente afastando-o, porém o movimento é transversal, logo o movimento deve a sua origem de formação e o material que serve para impulsioná-lo para frente transversalmente é a energia, as suas interações físicas e altas temperaturas, representadas pela densidade e diâmetro do astro.
PRINCÍPIO DO ARREDONDAMENTO.
Pelo princípio do arredondamento vemos que todos os fenômenos que existem no astro estão relacionados com a sua origem e suas interações físicas internas e fusões nucleares espontâneas no centro dos astros, e que todos os astros com um tamanho considerável são quase umas esferas perfeitas, que não é o caso de alguns asteróides menores. Ou seja, todos os fenômenos estão ligados a sua origem e energia inclusive o seu arredondamento.
Assim, vemos que outras teorias não foram capazes de provar o arredondamento, circularidade, radiação, afastamento, achatamento, número de satélites, rotação, movimento em espiral pela impulsão no processo lento da origem e afastamento, número, quantidade e tamanhos de asteróides em volta de cada planeta, etc.
Com o afastamento, e com o tempo o astro perde energia pela radiação e desintegração, diminuindo progressivamente a sua temperatura, e todos os seus fenômenos. Podemos ver que a temperatura e desintegração obedecem ao principio do afastamento pela radiação e da energia representado pelo diâmetro + densidade /2, ou diâmetro +1 /2.
PRINCÍPIO DA RELACIONALIDADE.
O princípio da relacionalidade trata da relação entre os fenômenos do átomo, dos astros e do cosmo. onde um depende do outro para se processar, e depende do potencial de energia na produção dos fenômenos, desde a física quântica, nuclear, e dos astros.
FÓRMULA PARA CALCULARIDADE.
QUANTIDADE DE RADIAÇÃO, ATIVIDADE TECTÔNICA, ATMOSFERA E POTENCIAL DE DESINTEGRAÇÃO.
Progressão pelo número de planetas somado com o diâmetro.
9 + 0.35 = 9.35.
8 + 0.7 = 8.7
7+ 1 = 8
6 + 0.5 = 6.5
5 + 11.2 = 16.2
4 + 9.8 = 13.8
3 + 3.9 = 6.9
2 + 3.9 = 5.9
1 + 0.5 = 1.5.
A referencia é a Terra com índice oito, vemos que mesmo distante Júpiter e Saturno possuem aproximadamente o dobro da quantidade da Terra. Pois são maiores e foram produzidos no turbilhão de energia.
SOBRE A TEMPERATURA DOS PLANETAS.
O que determina a temperatura dos planetas não é a distancia do calor do Sol, mas sim a própria energia e radiação produzida pelo próprio astro, que é determinado pelo tempo de vida, quantidade de energia recebida na sua origem, potencial de processamento de energia e potencial de desintegração.
Energia recebida na origem + potencial de processamento / potencial de desintegração * tempo de vida.
CÁLCULO PARA ROTAÇÃO.
Horas / [Diâmetro +7/8 ]/ temperatura externa para planetas acima de 100 graus Celsius =rotação em horas.
Exemplo.
Mercúrio – 24 / [0.35+7/8]/ 400 graus Celsius = 0.065 horas
Vênus - 24 / [0.9 +7/8]/ 500 graus Celsius = 0,061 horas
Terra 24/ [1 +7/8] = 24 horas de rotação.
Marte 24/ [0.5 +7/8] = 25 horas
Júpiter 24 / [ 11 +7/8] = 10.6 horas
Saturno 24 / [ 9.8 +7/8] = 11.4 horas
Urano 24 / [ 3.98+7/8] = 17.5 horas
Netuno 24/ [3.9 +7/8 = 17. horas
Observações recentes relatam que Urano possui uma rotação menor do que se observava anteriormente, e que chega próximo das vinte horas.
CÁLCULO PARA VELOCIDADE EQUATORIAL.
Diâmetro +7/8 * diâmetro * veloc. Equatorial da Terra 1680 / temperatura externa para planetas acima de 100 graus Celsius.
Mercúrio -[0.35 + 7/8 ]* 0.35 * 1680 / 400 = 1.3 quilometro hora.
Vênus -[0.9 +7/8 ]* 0.9 * 1680/ 500 = 1.2 quilometro hora.
Terra -[1 +7/8 ] * 1 * 1680 = 1680
Marte -[0.5 +7/8 ] * 0.5 * 1680 = 787
Júpiter -[11 +7/8 ] * 11 * 1680 = 41580
Saturno -[ 9.8 +7/8 ] * 9.8 * 1680 = 34986
Urano -[3.9 +7/8 ] * 3.9 * 1680 = 9090
Netuno -[3.9 +7/8 ] * 3.9 * 1680 = 9090
Plutão -[ 0.5 +7/8 ]* 0.5 * 1680 = 786
CÁLCULO PARA TRANSLAÇÃO.
Translação do anterior / [Diâmetro +7/8 +/10] 1.2]] = translação do próximo.
Mercúrio – 48 /[ 0.9 +7/8/10 ]+1.2 = 36 km / seg. para Vênus.
Vênus - 35 /[ 1 +7/8/10 ]+1.2 = 28 . Para a Terra.
Terra - 29 / [0.5 +7/8/10 ]+1.2 = 23. Para Marte.
Marte - 24 / [11 +7/8/10 ]+1.2 = 16 para Júpiter
Júpiter - 14/ [9.8 +7/8/10 ]+1.2 = 10 para Saturno
Saturno 10/ [4 +7/8/10 ]+1.2 = 8 para Urano
Urano 8 / [3.9 +7/8/10 ]+1.2 = 6 para Netuno.
Netuno 6 / [0.5 +7/8/10 ] +1.2= 4.5 para Plutão.
Os resultados podem ser confrontados nos livros de Asimov.
Este trabalho se complementará com as cinco teorias.